- No encontro do Grupo dos sete maiores economias (G7), na Suíça, Lula teve reuniões reservadas com o Japão e com líderes da União Europeia.
- Não houve encontro bilateral entre Lula e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mesmo que os dois estejam no mesmo evento.
- Lula se reuniu com a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, no primeiro encontro bilateral desde a posse; o Japão e o Mercosul devem iniciar negociações formais de um acordo comercial em 30 de junho, em Assunção.
- Também houve reunião entre Lula e representantes da União Europeia para discutir a suspensão de restrições europeias à carne brasileira, com a promessa de buscar soluções.
- No âmbito do G7, houve clima de cordialidade entre as lideranças, com momentos de posição diplomática intermediando as conversas.
No encontro das grandes economias, em território suíço, o presidente Lula participou de reuniões privadas com o Japão e com líderes da União Europeia. Não houve encontro bilateral com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mesmo que ambos estivessem no mesmo evento.
O novo encontro com a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, marcou o primeiro diálogo bilateral entre os dois desde a posse dela. O governo japonês informou que as negociações para um acordo comercial Japão-Mercosul devem começar oficialmente em 30 de junho, durante a reunião do Mercosul em Assunção, no Paraguai. Lula destacou expectativa de que o acordo traga benefícios econômicos para as partes.
Japão e Mercosul
A fala do presidente brasileiro enfatizou a perspectiva “virtuosa” de um acordo com o Mercosul e manifestou otimismo quanto a avanços na próxima reunião do bloco. A agenda no evento internacional também reforçou o interesse em ampliar relações comerciais.
União Europeia
Lula manteve encontros com representantes da União Europeia, com foco na flexibilização de restrições impostas à carne brasileira. As partes concordaram em buscar soluções para facilitar o comércio, mantendo a linha de diálogo como prioridade.
O encontro entre as lideranças internacionais ocorreu em meio a gestos de cordialidade e tentativas de aproximação. A diplomacia do G7 permaneceu como eixo de comunicação, mesmo em momentos de atenção às diferentes pautas entre os blocos.
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