- O presidente Donald Trump afirmou que a segunda fase das negociações com o Irã deve avançar rapidamente, com prazo de sessenta dias.
- Trump disse que o Irã quer encerrar o conflito e que as relações estão normalizadas, o que pode acelerar o processo.
- Autoridades dos EUA, do Irã e do Paquistão anunciaram um memorando de entendimento para encerrar a troca de hostilidades no Golfo Pérsico.
- A assinatura do texto inicial ocorreu entre as partes, e a cerimônia formal está prevista para sexta-feira em Genebra.
- Trump afirmou que o memorando prevê claramente que o Irã não terá armas nucleares e garantiu que o Estreito de Ormuz ficará totalmente reaberto até sexta-feira; disse que enviará o documento ao Congresso.
Donald Trump afirmou nesta terça-feira durante as reuniões do G7 na França que a segunda fase das negociações com o Irã deve avançar rapidamente, com um prazo de 60 dias para o processo. Ele indicou que o Irã quer concluir o acordo e citou normalização das relações como fator para o avanço.
O presidente americano participou de encontro com Mohamed bin Zayed Al Nahyan, líder dos Emirados Árabes Unidos, na margem da cúpula, destacando a expectativa de rapidez no andamento das tratativas. Trump disse ainda que o ritmo do progresso pode variar, mas aposta em celeridade.
No fim de semana, autoridades de Washington, Teerã e Paquistão anunciaram um memorando de entendimento para encerrar a troca de hostilidades na região do Golfo Pérsico. O acordo foi descrito como um marco inicial para a suspensão de conflitos entre EUA e Irã.
A assinatura formal do memorando ocorreu na manhã de segunda-feira, com a previsão de um ato oficial na sexta-feira, em Genebra, Suíça, conforme as autoridades. O texto aponta objetivos de não proliferação nuclear e de cooperação regional, ainda sem detalhes divulgados.
Trump ressaltou que o memorando “claramente prevê que o Irã não terá armas nucleares” e reafirmou a intenção de reabrir o Estreito de Ormuz de forma plena até sexta-feira, enfatizando a importância estratégica da passagem para o comércio mundial.
O presidente também informou que pretende apresentar o acordo ao Congresso americano, mencionando a possibilidade de envio do documento para avaliação parlamentar. Ele sinalizou que sempre valorizou a transparência nesse processo.
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