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Zelensky tenta convencer Trump de que Rússia está na defensiva no G7

Zelensky vai à Cúpula do G7 na esperança de convencer Trump de que a Rússia está na defensiva e ampliar o apoio internacional à Ucrânia

Donald Trump e Volodymyr Zelenski em Washington
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  • Zelensky chegou à Cúpula do G7 em Évian-les-Bains para buscar apoio internacional e mostrar avanços na guerra contra a Rússia, tentando convencer Donald Trump.
  • Trump chegou à França e disse ter havido conversa entre Zelensky e Putin, sinalizando abertura para possíveis caminhos de acordo.
  • Diplomatas europeus pressionam Trump a revisar posições, com Ursula von der Leyen destacando avanços ucranianos e frágil economia de guerra russa.
  • O G7 deve discutir a reabertura do Estreito de Ormuz e rotas de energia; um acordo provisório com o Irã abriria uma janela de 60 dias para negociações técnicas.
  • França, Reino Unido e Alemanha buscam papel maior nas próximas negociações iranianas, diante de temores sobre a capacidade da parte americana de chegar a um acordo sólido.

Volodymyr Zelensky chegou à Cúpula do G7 nesta terça-feira, 16 de junho, em Évian-les-Bains, na França, buscando mostrar melhoria no conflito com a Rússia e ampliar o apoio internacional. O presidente ucraniano espera convencer Donald Trump de que a Rússia está na defensiva.

Trump chegou à França na véspera, animado com um acordo preliminar para encerrar o conflito com o Irã. Ele sinalizou disposição para avançar em negociações envolvendo Ucrânia e Rússia, segundo relatos de autoridades. Zelensky participa de sessões centradas na paz para a Ucrânia.

A Cúpula, que vai até quinta-feira, tem a França como anfitriã, com Macron à frente. O objetivo é pressionar por um novo impulso diplomático e um papel mais ativo da Europa nas negociações com Moscou.

Pressões e cenários no Estreito de Ormuz

Diplomatas europeus trabalham para reverter a leitura de Trump sobre termos de um acordo com o Irã, visando evitar que o embargo nuclear favoreça avanços de Teerã. O foco inclui a reabertura segura do Estreito de Ormuz, com participação franco-britânica em missões marítimas.

O grupo discute rotas energéticas alternativas para contornar a hidrovia após o fechamento parcial provocado por ações na região. Espera-se que Emirados Árabes, Catar e Egito participem das discussões, sem entrar em detalhes sobre o programa iraniano.

Desdobramentos e riscos

O acordo provisório com o Irã prevê 60 dias para negociações técnicas, incluindo destino do urânio iraniano enriquecido e o levantamento de sanções. Aliados europeus destacam a necessidade de um texto sólido, com participação da França, Reino Unido e Alemanha nas próximas etapas.

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