- O G7 reforçou sanções contra a Rússia, incluindo setores de petróleo e gás, e criou uma rede de portos do grupo para combater o narcotráfico.
- Líderes pediram aos ministros que elaborem, até novembro de 2026, um plano de ação para enfrentar a infiltração de instituições por redes de tráfico e organizações criminosas.
- Em declaração conjunta, o grupo afirmou ampliar a pressão sobre a Rússia em apoio à Ucrânia e adotou novas medidas de combate ao tráfico internacional de drogas.
- Também destacou esforços para diversificar rotas de energia, reduzir a dependência do Estreito de Ormuz e aumentar estoques de energia.
- Os países reafirmaram o compromisso de desarticular redes criminosas por meio de investigações financeiras, rastreio de ativos, cooperação internacional e fortalecimento da gestão migratória.
O G7 reforçou as sanções à Rússia e criou uma rede de portos para enfrentar o tráfico internacional. A decisão foi anunciada durante a cúpula realizada na França, com foco na Ucrânia e no combate às redes criminosas.
Os líderes destacaram que as sanções, especialmente contra setores de petróleo e gás, serão ampliadas. Também disseram que vão diversificar as rotas de energia para reduzir a dependência do Estreito de Ormuz e aumentar estoques globais.
Separadamente, o grupo celebrou o acordo entre Estados Unidos e Irã para cessar-fogo e manifestou disposição de apoiar a implementação do acordo. As ações visam manter a estabilidade regional e energética.
Medidas contra o tráfico e redes de portos
Em comunicado conjunto, o G7 anunciou a criação de uma rede de portos do G7+ para reforçar o combate ao narcotráfico. O objetivo é desarticular a infraestrutura econômica que sustenta atividades ilegais.
Os líderes também disseram que vão ampliar investigações financeiras para rastrear, congelar, apreender e confiscar receitas e ativos, inclusive ativos digitais ligados a crimes. Forças de cooperação serão fortalecidas.
Cooperação institucional e energética
Além disso, o grupo pediu aos ministros que elaborem, até novembro de 2026, um plano de ação para enfrentar a infiltração de instituições por redes criminosas. Accionam, ainda, esforços para cooperação com países de origem e trânsito.
Os governos também defenderam novas medidas para gestão migratória em parceria com terceiros. A meta é ampliar a cooperação e reduzir fluxos ilícitos, mantendo o foco na segurança econômica e energética.
Fonte: Reuters
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