- G7 reafirmou compromisso de intensificar a luta contra o tráfico de drogas e o crime organizado transnacional, incluindo tráfico de pessoas, fraude, corrupção, lavagem de dinheiro e fluxos financeiros ilícitos.
- O grupo disse que vai fortalecer a segurança marítima e portuária para combater o tráfico de drogas.
- Pretende desmantelar infraestruturas econômicas usadas pelo crime e ampliar investigações financeiras para rastrear, congelar, apreender e confiscar lucros e ativos, incluindo ativos virtuais.
- O comunicado também aponta o combate à infiltração de instituições públicas e privadas por redes criminosas.
- Brasil e Coreia do Sul apoiaram a declaração; as economias também mantêm esforços para prevenir o contrabando de migrantes.
Os líderes do G7 anunciaram nesta quarta-feira, 17, o reforço da luta contra o tráfico de drogas e o crime organizado transnacional. O objetivo é reduzir ameaças à segurança nacional, à corrupção e à violência associadas.
Em comunicado, o grupo destacou três pontos centrais: ampliar a segurança marítima e portuária, impedir a infiltração de redes criminosas em instituições públicas e privadas, e intensificar ações contra fluxos financeiros ilícitos.
Os países também sinalizaram o desmantelamento de infraestruturas econômicas que viabilizam atividades criminosas e o fortalecimento de investigações financeiras para rastrear, congelar, apreender e confiscar lucros e ativos, incluindo ativos virtuais.
Brasil e Coreia do Sul, parceiros do G7, participaram da declaração e apoiaram as medidas anunciadas. As nações reforçaram, em nota separada, os esforços para prevenir e combater o contrabando de migrantes.
Pontos-chave do acordo
- Formação de estratégias para reduzir redes criminosas ligadas ao tráfico de drogas.
- Fortalecimento de investigações financeiras e cooperação internacional.
- Reforço da segurança em áreas marítimas, portuárias e de fluxo de pessoas.
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