- O Louvre, em Paris, afirma estar no limite e precisa de grandes investimentos para renovar infraestrutura antiga e o sistema de segurança após o roubo de joias da coroa em 19 de outubro.
- O presidente Christophe Leribault fez a declaração durante uma comissão do Senado francês, destacando o fim de ciclo dos equipamentos atuais.
- No ano passado o museu recebeu cerca de nove milhões de visitantes, evidenciando o peso da crise.
- Leribault disse haver uma encruzilhada entre urgências do edifício e barreira de investimentos, que precisa ser enfrentada.
- A partir de janeiro de 2027 será implantado novo sistema de vigilância por vídeo no perímetro; câmeras adicionais já foram instaladas em locais críticos.
O Louvre apresentou sinais de fragilidade financeira e tecnológica após o roubo de joias da Coroa em 19 de outubro. O presidente Christophe Leribault disse que o museu está no limite, mesmo com o esforço diário de sua equipe, e precisa de investimentos urgentes para renovar infraestrutura antiga.
A instituição recebe cerca de 9 milhões de visitantes por ano. Leribault falou a uma comissão do Senado francês e informou que os equipamentos e a infraestrutura alcançaram o fim de um ciclo, exigindo mudanças significativas para assegurar funcionamento e visitas futuras.
O que aconteceu aconteceu no centro de Paris, no contexto do maior roubo já registrado no museu. A reforma visa corrigir atrasos na modernização e evitar novas falhas de segurança, associadas à criminalidade e à demanda por eficiência.
Investimentos urgentes
O presidente detalhou a necessidade de recursos para atualizar a infraestrutura antiga. A prioridade é modernizar instalações que suportem as operações diárias e a proteção de acervos históricos.
Novos sistemas de vigilância
A partir de janeiro de 2027, o Louvre adotará um novo sistema de vigilância por vídeo no perímetro. Em caráter emergencial, câmeras adicionais já foram instaladas em pontos críticos, mas a rede completa requer reforços técnicos.
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