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Polícia diz que brasileiros participaram de mega-assalto a bancos no Paraguai

Criminosos brasileiros teriam atuado no mega-assalto a bancos no Paraguai, em parceria com cúmplices paraguaios; dois suspeitos foram presos e veículos incendiados encontrados

Criminosos atiram contra agência bancária durante mega-assalto em Santa Rita, no Paraguai
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  • Polícia do Paraguai confirmou participação de brasileiros no mega-assalto a bancos em Santa Rita, na madrugada de terça, em operação descrita como grupo híbrido de paraguaios e brasileiros.
  • Estima-se que cerca de 20 pessoas tenham participado; dois suspeitos paraguaios foram presos e dois veículos incinerados usados no ataque.
  • Explosivos foram detonados em agências do Banco Familiar e do Banco GNB, causando saque aos cofres; o valor levado não foi informado pelas autoridades.
  • Os criminosos, armados, tentaram invadir a agência do banco Ueno e manteram um vigilante refém; um explosivo não detonou em uma casa de câmbio.
  • Um policial foi algemado durante a ação; após chegada de outras unidades houve troca de tiros, sem feridos.

A polícia do Paraguai confirmou que brasileiros participaram do mega-assalto a bancos ocorrido na madrugada de terça-feira, em Santa Rita, a cerca de duas horas de Foz do Iguaçu. O crime envolveu explosivos e teve grupo híbrido de paraguaios e brasileiros, segundo a corporação.

Cerca de 20 pessoas teriam atuado no roubo, realizado na agência Banco Familiar e na do Banco GNB. Dois suspeitos paraguaios foram presos durante ações de busca e apreensão na noite de terça. Dois veículos incendiados foram encontrados pela polícia.

Segundo oficiais, o grupo utilizou armas longas e chegou a invadir uma agência do banco Ueno, mantendo um guarda como refém. Um explosivo não detonou foi encontrado em uma casa de câmbio. Ainda não houve confirmação sobre o montante subtraído.

Investigações e desdobramentos

A polícia avaliava vínculos com facções criminosas brasileiras, com menção ao PCC ou ao Comando Vermelho. O comandante César Silguero indicou que a hipótese de conexão com uma dessas organizações estava sob análise, sem apontar preferências. As apurações continuam.

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