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Trump diz que memorando não é acordo final e atacará Irã se não se comportar

Trump diz que memorando com Irã não é acordo final e ameaça retomar ataques se Teerã não se comportar; texto do memorando é revelado

Trump na cúpula do G7 na França, ao lado do premiê britânico, Keir Starmer, e do presidente francês, Emmanuel Macron (Foto: EFE/EPA/YOAN VALAT)
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  • O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o memorando a ser assinado na sexta-feira na Suíça não é um acordo final e que Washington pode retomar ataques ao Irã se não houver comportamento adequado.
  • O memorando, que encerra parte do conflito, inclui o desbloqueio do Estreito de Ormuz, o fim do bloqueio naval americano a portos iranianos e um plano de desenvolvimento econômico de US$ 300 bilhões.
  • Também prevê que o Irã não terá armas nucleares.
  • Trump disse que o memorando é muito forte e que deve trazer efeitos benéficos aos mercados internacionais.
  • as declarações foram feitas durante a cúpula do G7 em Évian-les-Bains, na França, antes da divulgação oficial do texto.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, informou nesta quarta-feira, 17, que o memorando de entendimento a ser assinado na sexta-feira, 19, na Suíça por representantes dos EUA e do Irã não é um acordo final e que Washington poderá retomar ataques se Teerã não cumprir. A declaração ocorreu durante a cúpula do G7 em Évian-les-Bains, na França.

Trump ressaltou que o texto ainda não está definitivo e que, caso o Irã não se comporte, os EUA poderão retomar ações bélicas. Ele não detalhou condições, mas indicou que o memorando tem peso político importante para as negociações em curso.

Conteúdo do memorando

A imprensa internacional revelou o teor do memorando, que prevê o fim dos combates e o desbloqueio do Estreito de Ormuz. O texto também cita o fim do bloqueio naval dos EUA a portos iranianos e um plano de desenvolvimento econômico de US$ 300 bilhões, além da garantia de que o Irã não terá armas nucleares.

Segundo relatos, o memorando poderia incluir ainda medidas para reabilitar a economia iraniana e facilitar investimentos. O governo americano sustenta que o acordo, mesmo não final, traria benefícios para mercados globais.

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