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Trump provoca clima tenso com líderes do G7

Trump provoca climão no G7 na França ao afirmar que é o chefe, enquanto a Ucrânia domina debates e há pressão por acordo com a Rússia

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na reunião do G7.
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  • Donald Trump disse “I am the boss” diante dos líderes no G7 na França, arrancando risadas de alguns, como o chanceler alemão.
  • Lula da Silva não reagiu ao comentário de Trump e, durante a foto de família, não houve cumprimento entre eles.
  • Trump reclamou do calor na sala durante a reunião do G7.
  • A guerra na Ucrânia foi um dos temas centrais; Trump afirmou que a Rússia deveria chegar a um acordo, destacando perdas de ambos os lados.
  • O presidente americano confirmou ter tido uma reunião na véspera com Volodymyr Zelensky e informou que outras conversas estavam previstas para o segundo dia da cúpula.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, provocou um momento de famoso crachá no G7 realizado nesta semana na França. Ao se aproximar da cabeceira da mesa de honra, ele afirmou ser o chefe, gerando risos e clima de desconforto entre alguns participantes.

Antes de se sentar ao lado do anfitrião Emmanuel Macron, Trump fez a menção ao seu papel de liderança, fato que chamou atenção de observadores presentes. Lula da Silva estava na sala e, durante a reunião, foi visto escrevendo algo sem reagir ao comentário.

O encontro reúne as sete maiores economias, com convidados, para tratar de questões como a guerra na Ucrânia e a situação geopolítica global. Trump também reclamou do ar-condicionado, dizendo que estava muito quente, em tom de leve desabafo.

Clima entre líderes e posicionamentos

As falas de Trump contribuíram para um clima de tensão entre alguns chefes de Estado. O chanceler alemão, Friedrich Merz, houve risos entre colegas, enquanto o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, manteve expressão mais séria.

Ainda na pauta, a guerra na Ucrânia foi um dos temas centrais. Trump sinalizou, em entrevista a jornalistas, que a Rússia deveria aceitar um acordo com a Ucrânia, destacando que perdas de ambos os lados são altas e que pretende agir para colocar fim ao conflito.

O presidente confirmou ter mantido, na véspera, uma reunião com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky e informou que outras conversas estavam previstas para o segundo dia da cúpula. As discussões, segundo assessores, visam consolidar apoio internacional a Kiev.

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