- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou um acordo com o Irã que prevê diluição do estoque de urânio altamente enriquecido e o alívio de sanções, permitindo que o Irã retorne ao mercado global de petróleo.
- O pacto para encerrar a guerra entrou em vigor imediatamente após a assinatura, segundo o primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, que mediou as negociações.
- O texto estabelece 60 dias para negociações sobre o futuro do programa nuclear iraniano e prevê a reabertura do Estreito de Ormuz, com passagem desobrigada de tarifas por dois meses, podendo haver taxas no futuro.
- Trump assinou uma cópia física do documento durante evento em Versalhes; uma cerimônia oficial na Suíça, inicialmente prevista para sexta-feira, pode não ocorrer, com informações conflitantes entre EUA, Irã e Paquistão.
- Também está previsto a criação de um fundo de US$ 300 bilhões para reconstrução do Irã, ainda dependendo do andamento das negociações; o texto mantém a integridade territorial do Líbano diante da invasão de Israel ao grupo Hezbollah.
Um acordo de paz entre os EUA e o Irã, mediado pelo Paquistão, entrou em vigor imediatamente após a assinatura. O documento foi criado para encerrar hostilidades, com Teerã comprometido a diluir parte de seu urânio de alta pureza. A assinatura ocorreu sob diferentes versões oficiais.
O texto prevê 60 dias para negociações sobre o futuro do programa nuclear iraniano. Além disso, a reabertura do Estreito de Ormuz ficará livre de pedágios por dois meses, com possíveis taxas definidas posteriormente.
O governo dos EUA suspenderá sanções contra o Irã, sem eliminá-las por completo. O acordo também cria um fundo de US$ 300 bilhões para a reconstrução do Irã, sujeito ao avanço das negociações entre as partes.
Detalhes do acordo
Autoridades norte-americanas e iranianas divulgaram informações conflitantes sobre o evento. Trump assinou uma cópia física do texto em Versalhes, durante encontro com o presidente francês, conforme relatos.
Contexto do conflito
A guerra teve início em fevereiro, com ataques atribuídos a forças dos EUA e de Israel contra o território iraniano, sob a justificativa de conter o programa nuclear. Limites e impactos da trégua ainda estão a ser definidos pelas partes.
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