- O diretor-geral da Agência Internacional de Energia, Fatih Birol, elogiou o acordo provisório para encerrar a guerra com o Irã e pediu a reabertura do Estreito de Ormuz sem condições.
- O acordo prevê a reabertura do estreito por Teerã e o levantamento do bloqueio naval dos EUA ao Irã.
- Birol afirmou que diversos países estão revisando suas políticas energéticas, já que a hidrovia pode ser fechada novamente.
- A crise redesenhou o mapa energético global e a confiança é essencial nos mercados, onde os preços caíram desde o acordo de paz.
- A guerra, iniciada em 28 de fevereiro, teria bloqueado mais de 14 milhões de barris por dia da produção de petróleo do Oriente Médio.
O diretor-geral da AIE, Fatih Birol, afirmou na quinta-feira (18 de junho) que apoia um acordo provisório para encerrar a guerra com o Irã e pediu a reabertura do Estreito de Ormuz sem condições. A AGE destacou que a hidrovia é vital para o fluxo de petróleo global.
Birol disse que vários países já estão revisando suas políticas energéticas, diante da possibilidade de fechamento da rota novamente no futuro. Ele participou de um evento em Istambul, citando mudanças no mapa energético mundial.
A AIE aponta que a crise redesenhou o panorama energético global, e que a confiança precisa retornar aos mercados de energia, com quedas de preço registradas desde o acordo de paz. A agência manterá discussões com governos sobre novas estratégias.
Impactos no mercado
O acordo inclui a reabertura do estreito por Teerã e o levantamento do bloqueio naval dos EUA ao Irã, o que pode pôr fim à maior interrupção no fornecimento de petróleo já registrada. A estimativa é de impacto significativo nos volumes globais.
Segundo a AIE, a guerra contra o Irã começou em 28 de fevereiro, com ataques conjuntos dos EUA e de Israel. A crise já bloquearia mais de 14 milhões de barris por dia (bpd) da produção de petróleo do Oriente Médio.
A aceleração de negociações energéticas internacionais é esperada, com países buscando maior segurança de suprimentos e diversificação de fontes. A agência ressalta a necessidade de supervisão para evitar novas interrupções.
A situação permanece sob monitoramento, com autoridades ressaltando que o desfecho pode reduzir tensões geopolíticas e estabilizar preços, desde que haja cumprimento dos acordos e verificação diplomática contínua.
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