- Costa defendeu seu contato recente com a Rússia, afirmando que estava bem posicionado para transmitir os interesses do bloco.
- A defesa foi feita durante reunião com líderes da União Europeia, em cúpula realizada em Bruxelas, com a presença do presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy.
- Vários países demonstraram irritação com as tentativas de Costa de contatar Moscou, tema discutido no encontro de quinta-feira.
- A Bloomberg informou sobre as investidas de Costa junto a Moscou, reportagem publicada na quarta-feira.
- A cúpula em Bruxelas ocorreu no contexto de avaliação diplomática das iniciativas de Costa.
Antonio Costa defendeu, durante reunião entre líderes da União Europeia, o uso de um canal paralelo com a Rússia como base útil de negociações. A avaliação trazida pelo presidente do Conselho Europeu visa ampliar o espaço de atuação do bloco, mesmo diante de críticas internas.
O argumento de Costa é de que, ao manter contato com Moscou, ele estaria melhor posicionado para defender os interesses da UE. Ele sustentou que esse alinhamento pode trazer impactos diretos para a estabilidade e segurança da região.
A discussão ocorreu no final de quinta-feira, em meio a uma cúpula em Bruxelas. O presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy participou do encontro, que reuniu chefes de Estado e de governo para tratar de respostas à guerra na Ucrânia. Bloomberg informou, na quarta-feira, que várias nações manifestaram irritação com a iniciativa de Costa.
Reação entre líderes
Segundo fontes presentes, diversos aliados argumentam que o contato com Moscou pode criar desconfortos diplomáticos. A tensão interna aparece em meio a divergências sobre a estratégia de abordagem a Rússia e os caminhos para retomar negociações de paz. O tema permanece sob escrutínio na agenda da cúpula.
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