- O Itamaraty divulgou nota celebrando o acordo de paz entre Estados Unidos e Irã que encerra a guerra no Oriente Médio.
- O Brasil exorta as partes a cumprirem os termos acordados e a cessação completa das hostilidades em todas as frentes, inclusive no Líbano.
- A nota pede negociações de boa-fé e o fortalecimento da confiança mútua para assegurar a finalização de um acordo de paz abrangente.
- O governo Lula divulgou a nota um dia após a confirmação da assinatura digital do acordo, mencionando o fim imediato das operações militares em todas as frentes, inclusive no Líbano.
- O texto prevê um prazo máximo de sessenta dias para o acordo final, com possibilidade de prorrogação por consentimento mútuo, e estabelece a liberação do Estreito de Hormuz por sessenta dias, com debate sobre tarifas futuras.
O Itamaraty informou nesta quinta-feira (18) que celebra o acordo de paz assinado entre Estados Unidos e Irã, que busca encerrar a guerra no Oriente Médio. O texto indica que o Brasil apoia a adesão estrita aos termos e a cessação de hostilidades em todas as frentes, incluindo o Líbano.
O comunicado ressalta a necessidade de negociações de boa-fé e de fortalecer a confiança mútua para alcançar um acordo de paz abrangente. O governo brasileiro enfatizou que o fim das operações militares é crucial para a estabilidade regional.
Contexto do acordo
A nota brasileira foi divulgada um dia após a confirmação da assinatura digital do acordo entre Washington e Teerã. O texto prevê um prazo máximo de 60 dias para avançar rumo a um acordo final, que deve incluir o pacto nuclear. Autoridades americanas admitem possibilidade de extensão por consentimento mútuo.
A situação envolvendo o Líbano é mencionada como parte do desfecho buscado, com a expectativa de cessar hostilidades em todas as frentes. O acordo também abre espaço para discussões adicionais sobre medidas que influenciam a região como um todo.
Ponto sobre o estreitamento de relações
O acordo detalha a reabertura de vias de comércio e comunicação, incluindo o Estreito de Hormuz, com liberação provisória de 60 dias. A pauta sugere possível cobrança futura pelo trânsito, tema defendido por autoridades iranianas, enquanto os EUA defendem princípios de livre comércio.
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