- Os presidentes do Chile, José Antonio Kast, e do Equador, Daniel Noboa, são convidados para a 47ª reunião do Mercosul, em Assunção, nos dias 29 e 30 de junho, com cúpula entre chefes de Estado.
- O presidente da Bolívia, Rodrigo Paz, tem presença pendente por causa da situação política e bloqueios nas vias; se não puder ir, será representado pelo chanceler Fernando Hugo Aramayo.
- A participação de Noboa pode favorecer a modernização do acordo Mercosul-Ecuador, alinhando-se aos interesses do Brasil e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
- Lula fará participação rápida na cúpula e seguirá para o Paraguai após evento com reitores em Foz do Iguaçu, promovido pela Unila.
- O Mercosul visa ampliar negociações com outros países, com foco em acordo de livre comércio com o Canadá e em um tratado moderno com o Japão, com salvaguardas em propriedade intelectual, gênero e compras governamentais.
Os presidentes do Chile e do Equador foram convidados a participar da 47ª reunião do Mercosul, em Assunção, Paraguai. Kast e Noboa integrarão as sessões com os chefes de Estado do bloco, marcadas para os dias 29 e 30 de junho. A pauta inclui a cúpula dos participantes.
A Bolívia pode ser representada pelo chanceler Fernando Aramayo caso Rodrigo Paz não compareça, devido à atual tensão política no país, com bloqueios de estradas promovidos por opositores. Paz está com a presença pendente até a definição da situação interna.
O envolvimento de Noboa aumenta as possibilidades de avançar na modernização do Mercosul com o Equador. O Brasil, via presidente Lula, tem interesse em ampliar o comércio intra-bloco. Lula fará uma participação rápida na cúpula antes de seguir para Foz do Iguaçu.
Participação de convidados
Nesta edição, o foco também envolve o dinamismo das negociações do Mercosul com outros países. O bloco trabalha para concluir acordo de livre comércio com o Canadá, ampliando oportunidades para os membros.
Ampliação de acordos e cooperação
Além disso, há perspectivas de um tratado moderno com o Japão, similar ao modelo com o Chile, incluindo salvaguardas em propriedade intelectual, gênero e compras governamentais. O objetivo é fortalecer a cooperação além do comércio.
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