- Monika Silva Koniuszek, 41 anos, ativista nascida na Polônia, foi encontrada morta em 8 de junho na casa dela, em Montañita, no Equador.
- Ela fez da costa de Santa Elena o seu lar, administrava um pequeno albergue e atuava como defensora de comunidades, praias, manguezais, tartarugas e serviços públicos.
- Sua militância ligava problemas do cotidiano — esgoto, disputas de terra, obras públicas e desenvolvimento costeiro — a corrupção alegada e a falta de responsabilização.
- Ela já havia relatado ameaças antes da morte; organismos diplomáticos, da União Europeia e de direitos humanos pedem uma investigação minuciosa e independente.
- No trabalho, fundou e dirigiu a Fundação La Integridad, buscando transparência e responsabilização em decisões locais ligadas ao meio ambiente.
Monika Silva Koniuszek, ativista de origem polonesa, foi encontrada morta em 8 de junho em sua casa, em Montañita, no Ecuador. Ela tinha 41 anos e morava na costa de Santa Elena, onde administrava um hostel e atuava como defensora de comunidades, praias, manguezais, tartarugas e serviços públicos básicos.
Sua atuação ligava problemas cotidianos à corrupção e à pouca responsabilização. Denunciou irregularidades em venda de terras, obras públicas e desenvolvimento costeiro, além de defender áreas de nidificação de tartarugas e o fortalecimento de serviços municipais.
Antes de morrer, havia relatado receber ameaças. Autoridades locais, junto a representantes da União Europeia, de organizações de direitos humanos e da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, solicitaram uma investigação independente e rigorosa.
Repercussões internacionais
Polônia, União Europeia e organizações de direitos humanos cobraram apuração completa e imparcial. Diplomatas poloneses indicaram que a investigação deve esclarecer as circunstâncias do falecimento e a relação com as atividades de Monika.
Perfil da ativista
Natural de Reszel, na Warmia-Masúria, Monika criou a Fundação La Integridad e se apresentava como defensora da Mãe Terra e de comunidades vulneráveis. Em Santa Elena, ficou conhecida como watchdog ambiental e como alguém que questionava decisões públicas e contratos.
Entre na conversa da comunidade