- A Ucrânia realizou, na noite de quarta para quinta, o maior ataque contra Moscou desde o início da guerra, com cerca de duzentos drones atingindo alvos na região.
- Pelo menos dezessete pessoas ficaram feridas na área da capital russa, segundo autoridades locais.
- O Ministério da Defesa da Rússia disse ter interceptado quase mil drones e quatro mísseis de cruzeiro ucranianos em todo o país; um depósito de petróleo foi atingido na região de Rostov, com uma morte.
- A agência EFE informou que mais de quinhentos e vinte voos foram cancelados ou adiados nos aeroportos de Moscou nesta quinta-feira por causa do ataque.
- Em post no Telegram, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que a refinaria de Kapotnya, em Moscou, foi atingida pela segunda vez em uma semana e pediu negociações entre Moscou e Kiev.
O Exército ucraniano realizou na noite de quarta (17) para quinta-feira (18) o maior ataque contra Moscou desde o início da guerra. Aproximadamente 200 drones foram usados para atingir alvos na região da capital russa. Pelo menos 17 pessoas ficaram feridas na área.
O Ministério da Defesa da Rússia informou que enfrenta resistência do sistema de defesa: quase mil drones e quatro mísseis de cruzeiro ucranianos teriam sido interceptados em 24 horas em todo o país. Um depósito de petróleo foi atingido na região de Rostov, no sul, deixando uma vítima.
A agência EFE revelou que mais de 520 voos foram cancelados ou adiados nos aeroportos de Moscou nesta quinta-feira por conta do ataque. Em seu Telegram, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, mencionou que a refinaria Kapotnya, em Moscou, foi atingida pela segunda vez em uma semana, e que alvos em Rostov e em áreas ocupadas da Ucrânia também foram atingidos.
Zelensky também destacou que aliados observam a eficácia dos ataques de média e longa distância da Ucrânia e pediu que Moscou retome negociações diplomáticas para encerrar o conflito. O comentário foi feito no contexto de declarações de parceiros ocidentais durante recentes reuniões multilaterais sobre apoio a Kiev.
Desdobramentos e contexto regional
A ofensiva de Moscou e as respostas ucranianas seguem acompanhadas por informações sobre a política de apoio internacional à Ucrânia. Fontes da presidência francesa do G7 indicaram que o grupo pode ampliar a cooperação na manufatura de armamentos sob licença, incluindo sistemas de defesa antiaérea, como parte de uma eventual mudança de postura de Washington.
Entre na conversa da comunidade