Em Alta Copa do Mundo NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Governo comemora acordo entre EUA e Irã

Governo celebra memorando entre EUA e Irã, base para acordo em até sessenta dias; Itamaraty cobra cumprimento e fim de ataques, inclusive no Líbano

O presidente Lula fala a jornalistas na Residência da Missão Permanente do Brasil junto às Nações Unidas em Genebra (Suíça), em 17 de junho de 2026
0:00
Carregando...
0:00
  • Governo comemora a assinatura do memorando de entendimento entre Estados Unidos e Irã, que pode levar a um acordo definitivo em até sessenta dias.
  • Conflito entre EUA e Irã desde vinte e oito de fevereiro inclui, segundo o texto, a morte do aiatolá Ali Khamenei após ofensiva conjunta com Israel.
  • Itamaraty pede o cumprimento dos termos acordados e o fim dos ataques, destacando o papel de mediação do Paquistão e do Qatar, com participação de Arábia Saudita, Egito e Turquia.
  • Exortação brasileira aos signatários para cessar hostilidades em todas as frentes, inclusive no Líbano, e manter negociações de boa-fé para um acordo de paz abrangente.
  • O governo afirma que o diálogo diplomático é a via para estabilidade e segurança duradouras no Oriente Médio, especialmente em Gaza e na Cisjordânia.

O governo brasileiro afirmou ter recebido com satisfação a assinatura do memorando de entendimento entre os Estados Unidos e o Irã, sinalizando que o documento pode abrir caminho para um acordo definitivo em até 60 dias para encerrar o conflito na região. A notícia foi anunciada na quinta-feira, 18 de junho de 2026.

Segundo informações oficiais, EUA e Irã estão em guerra desde fevereiro, após uma ofensiva conjunta com Israel que resultou na morte do líder iraniano Ali Khamenei. O memorando estabelece bases para negociações que podem facilitar um cessar-fogo e uma redução de hostilidades.

O Itamaraty reforçou que o Brasil apoia o cumprimento dos termos acordados e a suspensão de ataques. Destacou o papel de mediação do Paquistão e do Qatar, com participação de Arábia Saudita, Egito e Turquia, como fatores relevantes para o processo.

Posição do Brasil e objetivos diplomáticos

O Ministério das Relações Exteriores pediu adesão estrita aos termos e pediu a cessação de ataques em todas as frentes, incluindo o Líbano. O Itamaraty também pediu a continuidade de negociações de boa-fé e o fortalecimento da confiança mútua entre as partes.

O governo brasileiro destacou que o diálogo diplomático é a única via para estabilidade e segurança duradouras no Oriente Médio, com atenção especial ao Estado da Palestina, tanto em Gaza quanto na Cisjordânia. A posição brasileira enfatiza uma solução abrangente por meio de negociações.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais