- Governo comemora a assinatura do memorando de entendimento entre Estados Unidos e Irã, que pode levar a um acordo definitivo em até sessenta dias.
- Conflito entre EUA e Irã desde vinte e oito de fevereiro inclui, segundo o texto, a morte do aiatolá Ali Khamenei após ofensiva conjunta com Israel.
- Itamaraty pede o cumprimento dos termos acordados e o fim dos ataques, destacando o papel de mediação do Paquistão e do Qatar, com participação de Arábia Saudita, Egito e Turquia.
- Exortação brasileira aos signatários para cessar hostilidades em todas as frentes, inclusive no Líbano, e manter negociações de boa-fé para um acordo de paz abrangente.
- O governo afirma que o diálogo diplomático é a via para estabilidade e segurança duradouras no Oriente Médio, especialmente em Gaza e na Cisjordânia.
O governo brasileiro afirmou ter recebido com satisfação a assinatura do memorando de entendimento entre os Estados Unidos e o Irã, sinalizando que o documento pode abrir caminho para um acordo definitivo em até 60 dias para encerrar o conflito na região. A notícia foi anunciada na quinta-feira, 18 de junho de 2026.
Segundo informações oficiais, EUA e Irã estão em guerra desde fevereiro, após uma ofensiva conjunta com Israel que resultou na morte do líder iraniano Ali Khamenei. O memorando estabelece bases para negociações que podem facilitar um cessar-fogo e uma redução de hostilidades.
O Itamaraty reforçou que o Brasil apoia o cumprimento dos termos acordados e a suspensão de ataques. Destacou o papel de mediação do Paquistão e do Qatar, com participação de Arábia Saudita, Egito e Turquia, como fatores relevantes para o processo.
Posição do Brasil e objetivos diplomáticos
O Ministério das Relações Exteriores pediu adesão estrita aos termos e pediu a cessação de ataques em todas as frentes, incluindo o Líbano. O Itamaraty também pediu a continuidade de negociações de boa-fé e o fortalecimento da confiança mútua entre as partes.
O governo brasileiro destacou que o diálogo diplomático é a única via para estabilidade e segurança duradouras no Oriente Médio, com atenção especial ao Estado da Palestina, tanto em Gaza quanto na Cisjordânia. A posição brasileira enfatiza uma solução abrangente por meio de negociações.
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