- O governo homologou, por meio de decreto publicado no Diário Oficial da União, a comitiva oficial que acompanhou o ministro Mauro Vieira à 52ª Cúpula do G7, em Évian-les-Bains (França), de 15 a 17 de junho de 2026.
- A delegação inclui Rosângela Lula da Silva (Janja), o ministro Mauro Vieira, o embaixador do Brasil na França, Ricardo Neiva Tavares, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues; Janja participou sem custos para a União.
- Além de Vieira, a comitiva contou com diplomatas, representantes de segurança institucional e assessoria presidencial para dar suporte à missão.
- Os temas do G7 incluíram segurança econômica global, cadeias de suprimento de minerais estratégicos, apoio à Ucrânia e o acordo entre Estados Unidos e Irã.
- Também foram discutidas diversificação de cadeias de energia, redução da dependência de minerais chineses e regulações sobre inteligência artificial, com atenção aos impactos informacionais.
O governo homologou a comitiva oficial que acompanhou o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, na 52ª Cúpula do G7. A reunião ocorreu de 15 a 17 de junho de 2026, em Évian-les-Bains, na França. O decreto foi publicado no Diário Oficial da União nesta quinta (18.jun.2026).
A delegação incluiu Rosângela Lula da Silva (Janja), Mauro Vieira, o embaixador do Brasil na França, Ricardo Neiva Tavares, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. Segundo o texto, Janja integrou a missão sem custos para a União.
A homologação formaliza oficialmente os integrantes que acompanharam a agenda diplomática brasileira durante o encontro. A comitiva também contou com representantes da diplomacia, da segurança institucional e da assessoria presidencial.
Assuntos do G7
A pauta da cúpula abordou segurança econômica global, cadeias de suprimento de minerais estratégicos e desequilíbrios no comércio internacional. Os líderes discutiram a guerra na Ucrânia e medidas de pressão contra a Rússia.
Também houve tratar de acordo entre Estados Unidos e Irã, anunciado na véspera. Debateram medidas para diversificar fontes de energia e reduzir dependência de rotas estratégicas, como o estreito de Ormuz.
Perguntas sobre mineração e minerais críticos foram tema central, com foco em reduzir dependência de produção chinesa. A União Europeia defende ampliar investimentos fora do controle chinês.
Outros pontos discutidos incluíram desequilíbrios do comércio global e impactos da inteligência artificial. Os debates trataram de regulação, responsabilização de sistemas automatizados e circulação de informações.
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