- Terroristas fulani mataram quatro cristãos entre 10 e 12 de junho no estado de Plateau, na Nigéria, em ataques a três aldeias do condado de Riyom.
- Em Ta-Hoss, no dia 10 de junho, dois cristãos, Davou Dalyop e Dalyop Zaram, foram mortos durante ataque noturno.
- No dia 11 de junho, outro cristão foi morto na aldeia de Bangai, identificado como Toma Chuwang, de 55 anos.
- Em 12 de junho, Torok foi atacada e Chuwang foi morto em Bangai; as mortes ocorreram em ataques de milícias armadas, segundo moradores e familiares.
- A violência é acompanhada por relatórios que destacam ataques contra comunidades cristãs na região central de Plateau, com autoridades militares confirmando as mortes e ressaltando investigações em curso.
O estado de Plateau, na Nigéria, registrou a morte de quatro cristãos entre os dias 10 e 12 de junho, em ataques de milícias fulani. As ações ocorreram nas vilas Ta-Hoss, Bangai e Torok, todas localizadas no condado de Riyom. As informações foram reportadas por moradores e organizações de defesa religiosa.
Segundo relatos, os ataques ocorreram em diferentes momentos: 10 de junho, na aldeia Ta-Hoss, com a morte de dois cristãos, Davou Dalyop e Dalyop Zaram; 11 de junho, em Bangai, com a morte de Toma Chuwang, de 55 anos; e 12 de junho, na vila de Torok, com a morte de Chuwang, também identificado como Toma Chuwang. As vítimas eram todos cristãos locais. Newlines chegaram pela imprensa através de fontes como Christian Daily International-Morning Star News e Dalyop Mwantiri, defensor da liberdade religiosa.
O porta-voz militar do Plateau, o capitão Polycarp Oteh, confirmou a morte de Chuwang em Torok, acrescentando que as autoridades ainda não identificaram os autores dos ataques. Oteh afirmou que a vítima foi encontrada com sinais de ferimentos após retornar de uma área de mineração ilegal e que o corpo apresentava decomposição avançada.
A Organização Portas Abertas, por meio de sua Lista Mundial da Perseguição 2026, aponta que a Nigéria liderou as mortes de cristãos no período de 1º de outubro de 2024 a 30 de setembro de 2025, com 3.490 vítimas no país. O relatório descreve a violência como crescente na região Centro-Norte, onde milícias fulani e grupos jihadistas atuam com ataques a comunidades cristãs.
Contexto adicional aponta que o grupo Fulani envolve clãs diversos, com alguns aderindo a ideologias radicais. Observadores internacionais destacam que ataques visam terras de comunidades cristãs e ataques a símbolos da identidade cristã, semelhante a estratégias de outros grupos insurgentes na região.
As autoridades locais foram acionadas para intensificar operações de segurança contra militantes, com apelo por repressão decisiva a ataques contra comunidades cristãs. Fontes: Christian Daily International-Morning Star News, Dalyop Mwantiri, Portas Abertas.
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