- Cepeda pediu a impugnação de 33 mil urnas e só reconhecerá a vitória após o escrutínio final.
- A contagem parcial, com 99,45% dos votos apurados, mostra Espriella com 49,67% e Cepeda com 48,69%.
- Os votos precisam ser chancelados pela avaliação de juízes antes de oficializar o resultado.
- Cepeda afirmou que grupo de observadores e advogados impugnarão urnas em todo o país.
- Espriella afirmou que buscará apoio de Donald Trump e de Israel para ações contra guerrilhas, e é contra a chamada “paz total” defendida por Petro.
Iván Cepeda, candidato apoiado pelo presidente Gustavo Petro, afirmou em Brasília, no domingo, que irá pedir a impugnação de 33 mil urnas na Colômbia. Ele disse que só reconhecerá a vitória após o escrutínio final e o chancela das autoridades eleitorais.
A contagem já concluída aponta Abelardo de la Espriella como vencedor, com 99,45% dos votos apurados. Ele recebeu 49,67% dos votos contra 48,69% de Cepeda, em uma disputa acirrada pela presidência.
Cepeda indicou que o grupo de observadores e advogados está pronto para contestar as 33 mil mesas, e que a decisão final dependerá do veredito do escrutínio. Abaixo, as avaliações sobre o andamento do processo.
Contexto da disputa e reações
Espriella afirmou à agência de notícias que poderá buscar apoio internacional para fortalecer sua posição. Ele sugeriu que o apoio de potências estrangeiras poderia impactar a polarização política no país.
A disputa ocorre em meio a um cenário de violência relacionada a guerrilhas e outros grupos armados. Analistas destacam que a violência tem marcado a campanha, ainda que a votação em questão tenha transcorrido sem incidentes de grande escala.
A Colômbia realiza uma recontagem parcial do pleito, com o objetivo de confirmar ou ajustar o resultado final. As autoridades eleitorais devem avaliar os registros das urnas impugnadas antes de emitir o resultado oficial.
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