- A votação do segundo turno das eleições presidenciais da Colômbia terminou às 18h, horário de Brasília, neste domingo, com mais de 41 milhões de eleitores aptos.
- O candidato de direita Abelardo de la Espriella disputa o cargo contra Iván Cepeda, da esquerda.
- O vencedor será quem obtiver o maior número de votos, independentemente de alcançar 50% do total; a posse está marcada para 7 de agosto de 2026, substituindo Gustavo Petro.
- O futuro presidente terá espaço limitado para implementar sua agenda econômica, diante de problemas fiscais e Congresso dividido.
- A economia colombiana cresceu 2,6% no ano anterior; dívida pública fica em cerca de 60% do PIB, com déficit fiscal previsto em 5,3% do PIB neste ano, e o país enfrenta desafios de segurança e violência.
O segundo turno das eleições presidenciais da Colômbia foi encerrado às 18h (horário de Brasília) deste domingo. Mais de 41 milhões de pessoas estavam aptas a votar. Abelardo de la Espriella, da direita, disputa o cargo com Iván Cepeda, da esquerda.
Quem vencer será determinado pelo maior número de votos, sem necessidade de superar 50%. A posse está marcada para 7 de agosto de 2026, substituindo Gustavo Petro.
Contexto econômico
A disputa ocorre em meio a uma economia com margem apertada para novas medidas de governo, diante de problemas fiscais e Congresso dividido. A recuperação pós-pandemia depende do consumo, salários e gastos públicos.
O investimento privado ainda permanece fraco e os setores de petróleo e mineração perderam fôlego. O país cresceu 2,6% no ano passado, abaixo da média pré-pandêmica de 4%.
A dívida pública fica em cerca de 60% do PIB. Analistas apontam dificuldade de cumprir a meta de déficit de 5,3% do PIB neste ano, devido à fraca arrecadação e aos gastos elevados.
Desafios de segurança
O próximo presidente precisará recuperar o controle territorial sobre grupos armados ilegais. A agenda de segurança pública também envolve reduzir a violência e outros obstáculos que afetam o país.
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