- A cidade de Los Angeles declarou estado de emergência, com o objetivo de acelerar recursos estaduais para combater o incêndio em um armazém de armazenamento frio em Boyle Heights.
- O incêndio no galpão de 500.000 pés quadrados em Boyle Heights começou no telhado, mas ainda há riscos dentro do prédio e fumaça se espalha pela região.
- Uma ruptura de tubulação de amônia tornou o fogo mais perigoso, e equipes tiveram que se afastar e combater o fogo de distância com apoio de helicópteros.
- Usuários foram orientados a ficar em casa para evitar a poluição do ar; a cidade e o condado abriram centros de alívio da fumaça.
- Após o combate, serão removidas cerca de 85 milhões de libras de alimento deteriorado; autoridades trabalham em desafios de biohazard com alimentos como pão e carnes.
O prefeito de Los Angeles, Karen Bass, declarou estado de emergência na cidade devido a um incêndio em um galpão de armazenamento frio que cresce em intensidade e lança fumaça em toda a área metropolitana. O fogo foi contido nos desníveis do telhado, porém o interior permanece instável.
A declaração busca acelerar o suporte estadual. A pedido do governo local, a prefeitura pediu ao governador Gavin Newsom recursos disponíveis pela California Disaster Assistance Act para enfrentar os impactos da emergência.
Os Bombeiros extinguíram rapidamente o fogo no topo do galpão, mas o interior ainda oferece riscos. A fumaça continua a se espalhar com os ventos, atingindo bairros vizinhos e levando autoridades a monitorar a qualidade do ar.
O complexo de 500 mil pés quadrados, localizado em Boyle Heights, abrigava um sistema de armazenamento refrigerado com painéis solares no telhado. A ruptura de uma linha de amônia aumentou a periculosidade da situação.
Entretanto, equipes de resgate recuaram para conter o fogo de forma mais segura, com apoio aéreo para jogar água sobre o prédio. O uso de espuma absorveu parte do calor, mas ainda há áreas de queimadura lenta.
Após a extinção total, autoridades estimam a remoção de cerca de 85 milhões de libras de alimento deteriorado, entre pães, aves, carne suína e bovina. A operação envolve riscos de biohazard por produtos ultraprocessados.
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