- As negociações entre os Estados Unidos e o Irã, realizadas no resort suíço de Bürgenstock, continuam mesmo com relatos de mídia iraniana de que os negotiadores teriam deixado o local.
- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu atacar o Irã novamente se este não impedir que “representantes bem pagos no Líbano” causem problemas, segundo ele nas redes sociais.
- As primeiras reuniões de alto nível começaram neste domingo, com a participação do vice‑presidente J. D. Vance, do ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, e outras autoridades.
- Um obstáculo central para o acordo é o conflito no Líbano envolvendo o Hezbollah; outras pautas incluem o Estreito de Ormuz, sanções e ativos iranianos congelados.
- Israel mantém campanha paralela contra o Hezbollah no Líbano, ressaltando que continuará atento à ameaça enquanto as negociações prosseguem.
Nas negociações em solo suíço, EUA e Irã seguem conversando, apesar de relatos contrários da mídia iraniana. O encontro ocorre em Bürgenstock, com a participação de representantes de Qatar e Paquistão, além de autoridades dos EUA e do Irã.
Relatos de veículos semioficiais iranianos indicaram interrupção das conversas após críticas de Washington a Teerã, mas fontes próximas aos negociadores afirmaram que as negociações continuam. As informações são levantadas sob reserva.
Detalhes da reunião
As primeiras conversas de alto nível começaram neste domingo, às 14h45 no horário local. Estão presentes o vice-presidente dos EUA, JD Vance, e o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, entre outros.
O objetivo central envolve desfechos para o conflito no Líbano, além de temas como o Estreito de Ormuz, sanções e ativos iranianos congelados. Um oficial disse que o Líbano pode influenciar o sucesso das negociações.
O Líbano vive conflito envolvendo o Hezbollah, o que complica o cenário. O Irã vincula o impacto regional às negociações com os EUA, enquanto Israel mantém operações na região para conter o grupo.
As conversas devem seguir ao longo do domingo, com a casa suíça mantendo o espaço aberto até a manhã de segunda. Não há data firmada para encerramento ou consenso.
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