- O primeiro-ministro Keir Starmer, no cargo desde 2024, está com popularidade em baixa e pode renunciar em breve, após a vitória de um correligionário rival no Parlamento.
- Cerca de 100 parlamentares do Partido Trabalhista pediram publicamente a renúncia de Starmer, segundo a Sky News.
- O Observador afirma que Starmer prepara um calendário de saída para esta semana, possivelmente já na segunda-feira, após conversas com ministros, assessores e donantes.
- O rival interno Andy Burnham, prefeito da Grande Manchester, planeja enfrentar Starmer pela liderança e pode contar com 81 deputados para forçar primárias, o que permitiria Burnham tornar-se premiê sem eleição geral.
- Caso Starmer deixe o cargo em 2025, o Reino Unido terá o sétimo primeiro-ministro em dez anos; Trump reagiu aos relatos, elogiando parcialmente mas criticando questões de imigração e energia.
Keir Starmer enfrenta rumores de saída do cargo de premiê, com relatos de desgaste político após a eleição interna de um correligionário no Parlamento. Jornais britânicos indicam que government enfrenta pressão para renunciar ainda neste mês. A instabilidade se intensificou após a vitória de um rival em plenário.
Segundo a Sky News, cerca de 100 deputados trabalhistas já exigem a renúncia de Starmer. O Observador afirma que o premiê pode anunciar, já nesta segunda, um calendário para deixar Downing Street, após consultas com ministros, assessores e doadores.
A imprensa aponta que a decisão seria tomada após reuniões com ministros, assessores e líderes sindicais. Starmer, que passa o fim de semana em Chequers, discute o futuro com a esposa, Victoria, antes de decidir.
Rival interno pode ser novo premiê
Andy Burnham, prefeito da Grande Manchester, sinalizou que pode desafiar Starmer pela liderança do Partido Trabalhista. Ele venceu recentemente o candidato de uma corrente agressiva no distrito Makerfield, fortalecendo sua posição para a disputa interna.
Burnham, de 56 anos, já foi ministro da Saúde e precisará de 81 deputados para forçar primárias. Caso vença, poderia tornar-se premiê sem uma eleição geral, dependendo da maioria trabalhista no Parlamento.
O episódio ocorre após Starmer rejeitar uma tentativa anterior de dissidência liderada por Wes Streeting. O premiê afirmou que, se houver primárias, participará, mantendo o compromisso com suas responsabilidades.
Apoio e cenário público
Dados de pesquisa indicam queda de popularidade: apenas 18% aprovam Starmer, enquanto 74% desaprovam, segundo YouGov. O cenário se mantém complexo mesmo com apoio de parte da bancada para conduzir o partido em direção a novas eleições internas.
Donald Trump comentou sobre a possível renúncia de Starmer em rede social, mantendo tom ambíguo. O ex-presidente afirmou desejar sorte ao premiê, ao mesmo tempo em que criticou questões como imigração e energia.
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