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Brasileira é condenada por perseguição a membro do BTS e será deportada

Fã brasileira é condenada a um ano de prisão e dois de liberdade condicional e deportada da Coreia do Sul por perseguição a Jung Kook, do BTS, após tocar campainha 133 vezes

Jung Kook - Metrópoles
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  • Uma fã brasileira foi condenada pela Justiça sul-coreana a um ano de prisão e dois de liberdade condicional, além de deportação da Coreia do Sul, por perseguição ao cantor Jung Kook, do BTS.
  • A sentença considerou que ela tocou a campainha da casa do artista 133 vezes em um único dia e deixou cartas e fotos na porta.
  • A prisão ocorreu em 13 de dezembro, quando a fã foi seguida por um entregador de comida na tentativa de entrar na propriedade; após liberação, recebeu orientação para não se aproximar do cantor, orientação desrespeitada.
  • Ela foi acusada de violar a Lei Anti Perseguição sul-coreana e de invasão de propriedade.
  • Nas redes sociais, a suposta envolvida disse acreditar ser alma gêmea de Jung Kook, embora nunca tenham se conhecido.

Uma brasileira foi condenada pela Justiça da Coreia do Sul a um ano de prisão, com dois anos de liberdade condicional, além de deportação. A acusada foi julgada por perseguir o cantor Jung Kook, integrante do BTS, e violar a Lei Anti Perseguição. A decisão foi anunciada pelas autoridades locais.

Segundo a acusação, a mulher tocou a campainha da residência do artista 133 vezes em um único dia, no fim do ano passado. Ela também deixou cartas e fotos na porta da casa do cantor, configurando o que as autoridades qualificaram como assédio contínuo.

A prisão ocorreu em 13 de dezembro, após ela seguir um entregador de comida na tentativa de entrar na propriedade. Ainda que tenha sido liberada com a exigência de não se aproximar do cantor, a mulher não cumpriu a orientação policial.

Condenação e medidas administrativas

A defesa alegou que o caso envolve comportamento obsessivo, mas a Justiça confirmou a condenação por violação da Lei Anti Perseguição e invasão de propriedade. A decisão prevê ainda a deportação da ré para o Brasil, conforme as normas de imigração aplicáveis.

Pelas redes sociais, a ré, cuja identidade é citada como Daliane Ferreira, afirmou acreditar ter uma ligação especial com Jung Kook e descreveu a situação como fruto de uma suposta união entre almas. Em comunicado, a plataforma não verifica esse tipo de alegação.

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