- Irã e EUA avançam negociações para encerrar a guerra no Oriente Médio.
- O vice-presidente dos EUA, J. D. Vance, disse que Teerã concordou em receber inspetores da Agência Internacional de Energia Atômica para fiscalizar o programa nuclear; o Irã não confirmou até o momento.
- O presidente Donald Trump afirma que o entendimento prevê inspeções de armas, lembrando que o último acordo nuclear demorou quase vinte meses para ser alcançado.
- A fragilidade da trégua persiste no Estreito de Ormuz, com o Irã ameaçando fechar a rota marítima em caso de violações do cessar-fogo.
- Washington autorizou a venda de petróleo iraniano por sessenta dias e busca mecanismos para evitar novas escaladas, priorizando o diálogo entre as partes.
O Irã e os Estados Unidos avançaram nas negociações para encerrar o conflito no Oriente Médio. O vice-presidente americano, J. D. Vance, disse que Teerã concordou em receber inspetores da AIEA para fiscalizar o programa nuclear iraniano. O Irã ainda não confirmou a informação.
Segundo Vance, o objetivo é desnuclearizar permanentemente o país, e o entendimento envolve inspeções de armas. O último acordo nuclear entre as duas nações, firmado durante o governo de Barack Obama, levou quase 20 meses de negociações.
A fragilidade da trégua fica evidente no Estreito de Ormuz, por onde passa grande parte do petróleo da região. O Irã tem avisado que pode fechar a rota marítima caso julgue haver violações do cessar-fogo, como ocorreu após ataques de Israel no sul do Líbano no fim de semana.
Progresso nas negociações
Diante dos avanços, os Estados Unidos buscam mecanismos para evitar novas escaladas e manter comunicação entre as partes em caso de incidentes. Diante do cenário, Washington autorizou a venda de petróleo iraniano por 60 dias.
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