- O governo francês informou que a onda de calor causou quarenta mortes por afogamento desde dezesseis de junho, principalmente entre jovens, na França.
- As temperaturas podem chegar a até quarenta e três a quarenta e quatro graus Celsius em diversas regiões do país.
- O primeiro-ministro Sébastien Lecornu anunciou a informação em reunião de emergência realizada nesta terça-feira (23).
- Cerca de noventa por cento da população francesa vive em áreas com alerta vermelho ou laranja por calor extremo nesta terça.
- A ministra dos Esportes, Marina Ferrari, pediu que pessoas evitem nadar em áreas não autorizadas ou perigosas, e que busquem locais adequados para se refrescar.
A onda de calor extremo que atingiu a França desde o dia 18 de junho já provocou 40 mortes por afogamento, principalmente entre jovens. A informação foi anunciada pelo governo durante uma reunião de emergência realizada nesta terça-feira (23), em meio a recordes de temperatura.
O primeiro-ministro Sébastien Lecornu informou que as altas temperaturas podem chegar a 44ºC em várias regiões do país. Ele destacou a gravidade da crise climática e a necessidade de medidas de proteção à população durante o período de calor intenso.
A ministra dos Esportes, Marina Ferrari, alertou sobre casos de banhos em canais e rios para se refrescar. Ela pediu que a população evite nadar em áreas não autorizadas ou perigosas, para reduzir o risco de afogamentos.
Dados e contexto
A Agência de Notícias AFP informou que 90% da população francesa vive em áreas onde há alerta vermelho ou laranja por calor extremo nesta terça. Em algumas regiões do oeste, as temperaturas podem alcançar até 43°C. Durante a noite, não houve alívio significativo, com cerca de 30 estações registrando temperaturas acima de 25°C.
O país vive uma madrugada considerada a mais quente de sua história recente. As autoridades continuam monitorando as condições climáticas e reforçando recomendações de hidratação, abrigo ao calor e acesso a espaços com ar condicionado.
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