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EUA enfrentaram ataques hackers com apocalipse zumbi e ações das autoridades

Ataques ao Sistema de Alerta de Emergência expuseram vulnerabilidades nos EUA, que reforçam normas e criam agência de cibersegurança; Brasil avança rumo à padronização e ao monitoramento

EUA já tiveram ataques hacker até com ‘apocalipse zumbi’; o que autoridades fizeram
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  • Nos Estados Unidos, houve invasão do sistema de alertas de emergências em emissoras locais em fevereiro de 2013, com uma mensagem simulando “corpos de mortos” surgindo.
  • Em resposta, o governo criou a Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura (CISA) em 2018 para coordenar a proteção de infraestruturas críticas.
  • Em 2022, após falha crítica demonstrada na conferência Def Con, a FEMA e a Comissão Federal de Comunicações (FCC) exigiram atualizações urgentes no sistema de alertas.
  • A política de higiene cibernética obrigatória passou a incluir atualização de softwares, eliminação de senhas de fábrica, monitoramento de acessos e notificação de alertas falsos em até 24 horas.
  • Recentemente, a FCC propôs a migração de sistemas baseados em hardware para soluções em nuvem criptografadas e criou um identificador universal para rastrear a autenticidade dos disparos de alerta.

Desde 2018, os Estados Unidos mantêm uma agência federal dedicada à cibersegurança de infraestruturas críticas. A evolução inclui atualizações contínuas do sistema de alerta de emergências no país, após ataques a emissoras em 2013.

Em 2013, invasões ao Emergency Alert System causaram interrupção de transmissões de TV e rádio em estados como Montana, Michigan, Wisconsin e Novo México. Os invasores usaram falhas simples para comprometer o sistema de alerta nacional.

O episódio mais comentado, porém, expôs vulnerabilidade grave: mensagens de alerta podiam ser disparadas remotamente por meio de senhas fracas e controles fracos. A resposta incluiu medidas urgentes de defesa cibernética.

Em 2018, a criação da Agência de Cibersegurança e Segurança de Infraestrutura consolidou a coordenação da proteção de infraestruturas críticas. O objetivo é evitar abusos e sabotagens em redes de energia, água e comunicações.

Em 2022, uma falha crítica flagrou a capacidade de assumir controles de dispositivos de transmissão de alertas. A FEMA e a FCC exigiram atualizações rápidas para impedir ataques reais no futuro.

Entre as diretrizes adotadas, destaca-se a higiene cibernética compulsória: atualizações frequentes, eliminação de senhas de fábrica, monitoramento de acessos e notificação de alertas falsos em 24 horas.

A FCC publicou novas diretrizes de modernização, com transição de sistemas físicos para soluções em nuvem criptografadas. Também foi criado um número de identificação universal para rastrear a autenticidade dos disparos.

No Brasil, especialistas sugerem padronização de cibersegurança e avaliação de criação de uma agência nacional para políticas unificadas. A ideia é evitar fragilidades em órgãos públicos e reduzir pontos cegos.

Para o Brasil, observa-se que a segurança é diversificada entre órgãos. A demanda é por normas mais rígidas e por uma gestão de dados pública única, com níveis de autorização bem definidos.

Especialistas destacam o risco de avanços em IA aumentarem a velocidade de invasões futuras. Reforçar a defesa, padronizar padrões e ampliar a supervisão de dados de interesse público são apontamentos comuns.

Em entrevistas, pesquisadores ressaltam a necessidade de uma cadeia de aprovação para disparos de alerta. A gestão de TI precisa priorizar governança, não apenas tecnologia, para evitar falhas sistêmicas.

O debate atual no Brasil inclui propostas para uma agência que defina políticas obrigatórias para órgãos institucionais, buscando maior coesão na proteção de infraestruturas estratégicas.

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