- Rosa María Payá, de 37 anos, filha de um dissidente morto, apresentou planos para chefiar o governo de Cuba após o regime comunista, caso o presidente Donald Trump force a queda do poder.
- Ela é uma das figuras mais reconhecidas da “nova Cuba” ligada ao entorno de Trump.
- O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, lhe atribuiu um cargo de destaque na Organização dos Estados Americanos.
- Payá afirma que briefing regularmente autoridades americanas sobre o trabalho da oposição em uma transição da ditadura para a democracia.
Rosa María Payá, filha de um dissidente morto em meio a uma reunião pró-democracia, apresenta planos para conduzir o governo cubano caso o regime comunista seja afastado com a ajuda de Donald Trump. Aos 37 anos, tornou-se uma das figuras mais reconhecidas do espaço oposicionista ligado ao ex-presidente americano.
A atuação de Payá dentro do círculo de Trump é destacada pela imprensa internacional. Ela afirma manter contato frequente com altos cargos dos EUA para tratar das etapas de uma transição política em Cuba e de como a oposição pretende organizar o processo de mudança.
Apoiada por aliados de Washington, Payá destaca que sua atuação envolve participação pública e comunicação com autoridades americanas sobre estratégias, prazos e estruturas para uma transição que leve à democracia, segundo relatos de quem acompanha o movimento oposicionista.
Contexto e posição da oposição
De acordo com fontes próximas ao grupo, Payá participa de atividades de memória histórica, mobilização social e articulação de redes de apoio internacional, com foco na construção de uma alternativa política para Cuba após o fim do regime.
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