- Keiko Fujimori abriu uma vantagem irreversível no segundo turno das eleições no Peru, com 50,118% dos votos, contra 49,822% de Roberto Sánchez (9.206.241 votos contra 9.162.855), em apuração com cerca de 40 mil votos restantes e 99,859% das urnas apuradas.
- Mesmo que Sánchez recebesse todos os votos ainda pendentes, Fujimori permaneceria na liderança.
- Sánchez não reconhece o resultado e acusa fraude no processo de contabilização dos votos, pedindo protestos de seus apoiadores.
- A apuração segue com recursos e contestações, em meio a disputas entre as lideranças dos dois lados.
- O partido de Sánchez tem o segundo maior número de cadeiras no Congresso, enquanto Fujimori comanda a bancada no Senado e na Câmara; a conclusão da apuração completa ainda é aguardada para proclamar a vitória.
Keiko Fujimori abriu uma vantagem irreversível no segundo turno das eleições presidenciais do Peru. Até as 2h de quarta-feira (24), a candidata de direita tinha 50,118% dos votos, o que soma 9.206.241 sufrágios contra 9.162.855 de Roberto Sánchez (49,822%). A apuração era de 99,859% das urnas, com cerca de 40 mil votos ainda por contabilizar.
Mesmo com o restante dos votos, Fujimori manteria a liderança, segundo os números oficiais divulgados pela autoridade eleitoral. Sánchez ainda contestou o resultado, alegando fraude na contagem e convocando apoiadores para futuras marchas.
A apuração segue sujeita a recursos e contestações, em um clima de forte disputa entre as lideranças. Enquanto isso, Sánchez afirmou não reconhecer o resultado; Fujimori lidera as bancadas no Congresso e no Senado e disse que aguardará o fechamento total da apuração para declarar vitória.
Contagem final e desdobramentos
O jornalismo aponta que o partido de Sánchez, Juntos por o Peru, ficou em segundo lugar na Câmara, enquanto Fujimori consolida maioria em ambas casas. A definição formal depende da conclusão da contagem final e dos recursos apresentados.
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