- O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que os EUA não aceitarão pedágios ou tarifas no Estreito de Ormuz.
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- Rubio disse que pretende tranquilizar aliados do Golfo sobre os termos do acordo em discussão entre Washington e Teerã.
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- Donald Trump escreveu nas redes sociais que 19 milhões de barris de petróleo passaram pela região na segunda-feira e que os preços estão despencando.
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- Omã e Irã anunciaram planos de gerenciar conjuntamente o Estreito de Ormuz, mantendo diálogo por meio de um grupo de trabalho entre suas Relações Exteriores.
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- A primeira-ministra italiana Giorgia Meloni disse estar otimista sobre as negociações e ressaltou a importância da liberdade de navegação no estreito.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou nesta terça-feira 23 que os EUA não aceitarão a cobrança de pedágios ou tarifas para a navegação no Estreito de Ormuz, visando tranquilizar aliados do Golfo quanto aos termos em negociação entre Washington e Teerã.
Rubio disse que a posição dos EUA é clara: não haverá tarifas no Estreito de Ormuz. Em reação, o presidente Donald Trump publicou nas redes sociais dados sobre o fluxo de petróleo na região e destacou quedas de preço, afirmando que o mundo está mais seguro.
Diálogo regional e gestão do Estreito
Autoridades de Omã e do Irã anunciaram planos para conduzir conjuntamente a futura administração do estreito, incluindo os custos dos serviços. Os governos enfatizaram a soberania sobre suas águas e manterão o diálogo por meio de um grupo de trabalho.
A meta é definir a navegação, os serviços oferecidos e as tarifas, dentro das normas internacionais, buscando um acordo sobre a gestão operacional do Estreito de Ormuz.
Repercussões internacionais
A Itália, pela primeira-ministra Giorgia Meloni, demonstrou otimismo quanto às negociações entre EUA e Irã, destacando a importância da liberdade de navegação. Meloni ressaltou que o tema tem impacto estratégico e de precedentes.
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