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Senado dos EUA aprova lei de poderes de guerra, critica ação de Trump no Irã

Senado aprova resolução para limitar ações contra o Irã, evidenciando discordância bipartidária; medida é simbólica e não vira lei

AFP via Getty Images Donald Trump President of the United States of America US on his arrival ahead of a dinner with the President of the French Republic and his wife organised to celebrate the 250th anniversary of the independence of the United States at the Chateau de Versailles in Versailles France on June 17, 2026.
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  • O Senado dos Estados Unidos aprovou uma medida que exige que o presidente Donald Trump interrompa a guerra com o Irã ou busque aprovação do Congresso antes de continuar ações militares.
  • A votação ficou em cinquenta a quarenta e oito, com a participação de alguns republicanos ao lado dos democratas, em sinal de reprovação bipartidária.
  • A Câmara dos Representantes já havia aprovado a mesma medida em junho, com apoio de republicanos e democratas.
  • A proposta é essencialmente simbólica: não será enviada a Trump e não tem força de lei.
  • A notícia descreve apenas o posicionamento do Legislativo sobre o conflito que começou em fevereiro.

O Senado dos EUA aprovou uma medida que ordena ao presidente Donald Trump interromper a guerra com o Irã ou buscar aprovação do Congresso para continuar ações militares. A votação ocorreu na terça-feira.

A medida contou com o apoio de poucos republicanos além de democratas, em uma votação de 50 a 48. O objetivo é sinalizar um repúdio bipartidarista à escalada do conflito, iniciado em fevereiro.

O texto já havia passado pela Câmara dos Representantes em junho, com a participação de republicanos e democratas. Mesmo aprovada pelas duas casas, a resolução é majoritariamente simbólica e não será enviada a Trump para assinatura.

Além disso, a medida não possui força de lei e não impede o governo de realizar ações militares enquanto não houver aprovação formal do Congresso. A pauta acompanha o debate sobre controle de poder vigiado pelo Legislativo.

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