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Torre Eiffel fecha mais cedo por calor extremo em Paris

Torre Eiffel fecha às 16h, com última entrada às 12h15, devido à onda de calor que leva Paris a quarenta graus e acende alerta vermelho na França

Pessoas se refrescam na Fonte do Trocadéro, ao lado da Torre Eiffel, em Paris, em meio a uma onda de calor que atinge grande parte da França, 22 de junho de 2026. REUTERS/Abdul Saboor
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  • A Torre Eiffel fechou mais cedo, às 16h00, nesta terça-feira, devido às altas temperaturas em Paris; a última entrada foi às 12h15.
  • O aviso no site oficial orienta se proteger do sol, se hidratar e usar bebedouros disponíveis nas alamedas que levam ao pátio.
  • A alteração no horário de visitas começou no domingo e deve terminar nesta terça-feira.
  • Grande parte da França enfrenta calor extremo, com temperaturas em torno de 40°C, e alerta vermelho em 54 departamentos.
  • Países vizinhos também registram dias quentes; autoridades alertam para riscos de afogamentos e recomendam nadar apenas em locais autorizados.

O monumento emblemático de Paris encerrou as visitas mais cedo nesta terça-feira devido à onda de calor que atinge a cidade. A Torre Eiffel fechou às 16h00 localmente, com a última entrada às 12h15. Orientações no site reforçaram a hidratação e o cuidado com o sol.

As temperaturas chegaram a 40°C em Paris, segundo a Météo-France, com previsão de até 43°C no oeste do país. A França enfrenta o dia mais quente desde o início dos registros em 1947, e 54 departamentos estão classificados em alerta vermelho. A manhã e a tarde registraram marcas históricas.

O funcionamento das visitas na Torre Eiffel foi adaptado: não há horários de visitação além das alterações anunciadas, previstas para vigorar até esta terça-feira. Em redes sociais, a page oficial do monumento reiterou recomendações de hidratação e proteção solar.

Medidas de segurança e impactos

Em toda a França, moradores buscaram refresco em canais e rios. A ministra do Esporte, Marina Ferrari, destacou a necessidade de evitar áreas não autorizadas para mergulho. O primeiro-ministro Sébastien Lecornu apontou o risco de afogamentos, citando dados de até 40 mortes desde 18 de junho, em sua avaliação.

Reino Unido, Itália, Suíça e Espanha registraram também calor intenso, com impactos em escolas e transportes. A Organização Meteorológica Mundial indica que a Europa está aquecendo mais do que a média global, aumentando a probabilidade de episódios de calor prolongado.

Com informações da Reuters.

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