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Conta de luz alta leva à descoberta de criação ilegal de 300 pítons na China

Conta de luz elevada revela criadouro ilegal de 309 pítons na China; 436 serpentes avaliadas em mais de 30 milhões de yuans, três presos

Mais de 300 pítons foram encontradas em casa de criador ilegal no leste da China
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  • Um homem na região leste da China foi condenado por criar mais de trêscentas pítons em casa; ao todo, 309 cobras foram apreendidas e encaminhadas a um zoológico local.
  • A investigação começou em março de dois mil e vinte e quatro, após um idoso encontrar uma cobra incomum na base de uma montanha em Taizhou, Zhejiang.
  • A principal pista veio ao analisar consumo de energia da região, já que pítons exigem ambientes quentes e úmidos; o suspeito identificado foi Guo.
  • Di visitava o apartamento de Guo para retirar caixas com camundongos brancos usados para alimentar as cobras; Di já havia vendido duas pítons por cerca de mil yuans; Deng forneceu as primeiras cobras.
  • O caso envolve quarenta e seis serpentes avaliadas em mais de trinta milhões de yuans; os três envolvidos foram presos e as penas não foram divulgadas; as pítons são protegidas de classe dois no país.

Um homem foi preso por criar mais de 300 pítons em casa, no leste da China, em um caso que envolve criação ilegal de animais protegidos. A investigação, iniciada em março de 2024, resultou na apreensão de 309 serpentes e na identificação de um criadouro clandestino.

Detalhes do caso

Tudo começou quando um idoso de Taizhou, na província de Zhejiang, encontrou uma grande cobra na base de uma montanha local. A suspeita de que o animal tenha escapado de um criador levou as autoridades a ampliar a apuração.

Indícios e papel de evidências

Especialistas consultados apontaram que pítons exigem ambiente quente e úmido, o que demanda consumo elevado de energia elétrica. Essa pista ajudou a direcionar a investigação para moradores da região, com forte vínculo a um criador identificado como Guo.

Envolvidos e movimentação financeira

Di visitava com frequência o apartamento de Guo para recolher caixas com camundongos brancos, usados para alimentar répteis. Guo divulgava fotos de cobras nas redes sociais e fazia referências indiretas à venda dos animais. Registros indicaram que Di vendeu duas pítons por cerca de 1.000 yuans.

Localização e condições de operação

Ao entrar no apartamento, a polícia encontrou dezenas de caixas plásticas empilhadas, cada uma abrigando uma cobra. Dois quartos e a sala foram convertidos em espaços dedicados aos répteis.

Desdobramentos e prisões

Ao todo foram recolhidas 309 pítons e encaminhadas para um zoológico local. Guo afirmou atuar como criador desde 2014 e afirmou se sentir capaz de reproduzir cores diferentes das serpentes. Deng, que forneceu as primeiras cobras, também foi preso, com outras 47 pítons localizadas em sua residência.

Dados totais e status do processo

A soma envolve 436 serpentes avaliadas em mais de 30 milhões de yuans (aproximadamente R$ 23 milhões). Os três envolvidos foram condenados à prisão, embora as penas não tenham sido divulgadas.

Contexto legal

Pelo ordenamento chinês, crimes envolvendo animais protegidos podem resultar em até cinco anos de detenção. As pítons são classificadas como animais protegidos de classe dois, com proibição de compra, venda, criação e transporte sem autorização oficial.

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