- A Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA) estendeu até 1º de julho o alerta de zona de conflito para a região, mantendo recomendações para evitar o espaço aéreo sobre Irã, Iraque e Líbano.
- Viagens devem permanecer cautelosas no entorno do Estreito de Ormuz e áreas vizinhas, com possibilidade de violações de curto prazo do cessar-fogo.
- O cessar-fogo entre Israel e o Hezbollah continua frágil, aumentando o risco de atividades militares que afetem o espaço aéreo do Líbano.
- Operadores devem considerar riscos ao operar sobre Bahrein, Kuwait, Israel, Jordânia, Catar, Omã, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita.
- O progresso nas negociações entre Estados Unidos e Irã não elimina riscos para a aviação comercial, segundo a EASA.
Oito companhias aéreas continuam sob alerta: a Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA) ampliou, nesta data, a recomendação para evitar o espaço aéreo sobre o Irã, Iraque e Líbano. O alerta também recomenda cautela em toda a região do Oriente Médio. A extensão vale até 1º de julho.
Segundo a EASA, violações de curto prazo do cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã continuam possíveis, especialmente no Estreito de Ormuz e áreas próximas. A agência ressalta a necessidade de monitorar qualquer mudança no cenário regional que possa afetar rotas aéreas.
A ameaça não se limita apenas ao espaço aéreo iraniano. A fragilidade do cessar-fogo entre Israel e o Hezbollah aumenta a possibilidade de atuações militares que impactem o espaço aéreo do Líbano, segundo a EASA. Isso eleva o risco para voos que operam na região.
A recomendação se aplica a operadores que voam sobre Bahrein, Kuwait, Israel, Jordânia, Catar, Omã, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita. A mensagem é de manter planejamento cuidadoso, com avaliação de riscos antes de cada trajeto.
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Contexto regional e próximos passos
A agência enfatiza que a situação pode exigir alterações rápidas de rotas e de horários. Autoridades de aviação dos Estados‑membros da UE devem manter as informações atualizadas e repassar alertas aos operadores. Não há confirmação de medidas adicionais no momento.
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