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Gaby Spanic reage à tragédia na Venezuela, dizendo que o povo já sofreu demais

Gaby Spanic chora ao falar do terremoto na Venezuela; saldo inclui 164 mortos e 971 feridos, com estado de emergência e pedido de ajuda internacional

Foto: Mais Novela
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  • A Venezuela foi abalada por dois tremores em sequência, com magnitudes de 7,2 e 7,5; o segundo é o mais intenso registrado no país em mais de um século.
  • O saldo inicial divulgado aponta ao menos 164 mortos e 971 feridos; autoridades-americanas estimam que o número possa aumentar.
  • A presidenta interina Delcy Rodríguez declarou estado de emergência em relação aos danos causados pelos tremores.
  • A atriz Gaby Spanic, que vive no México, desabafou nas redes sociais sobre a tragédia, pedindo paz, justiça e ajuda internacional para o país.
  • Ela afirmou que os venezuelanos já sofrem há muito tempo e pediu que a comunidade internacional envie apoio para enfrentar a calamidade.

O terremoto que atingiu a Venezuela nesta quarta-feira sacudiu o país em sequência, com magnitudes 7,2 e 7,5. O segundo tremor foi o mais intenso registrado na nação em mais de um século. Ao menos 164 pessoas morreram e 971 ficaram feridas, segundo números oficiais.

A presidente interina Delcy Rodríguez declarou estado de emergência na sequência das últimas informações. Autoridades internacionais já sinalizam que a tragédia pode ter registro de vítimas que ainda não foram contabilizadas.

A atriz Gaby Spanic, famosa pela novela Usurpadora, reagiu às imagens da devastação nas redes sociais, chorando e descrevendo o sofrimento do povo venezuelano. Ela mora no México há anos, onde consolidou sua carreira.

Spanic ressaltou dificuldade histórica do país, mencionando xenofobia, injustiças e perseguições. Ela afirmou sentir tristeza profunda diante da nova tragédia e pediu que o mundo amplie a ajuda humanitária.

A artista contou que desejava retornar ao país, mas encara o medo diante da gravidade da situação. Ela relatou que sente um vazio e que o mundo parece ter renegado a Venezuela, mesmo diante da crise atual.

No final, a venezuelana pediu ações concretas da comunidade internacional para socorrer a população. Segundo ela, faltam equipamentos e ambulâncias, e a ajuda global é crucial para salvar vidas diante da tragédia.

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