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Maduro pede união na Venezuela após terremotos, citando prisão nos EUA

Maduro, preso nos EUA, pede máxima união na Venezuela após terremotos de 7,5 e 7,2, com apelo a solidariedade e apoio a resgate

Equipe de resgate remove mulher ferida em Caracas (Foto: Rayner Peña R/EFE)
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  • Maduro, que está preso nos Estados Unidos, pediu máxima união na Venezuela após terremotos de magnitude sete vírgula cinco e sete vírgula dois na quarta-feira, 24, que deixaram mortos, feridos e danos materiais ainda em contabilização.
  • Em comunicado divulgado pelas redes sociais, ele e a esposa, Cilia Flores, disseram ter elevado orações pelas famílias afetadas e pediram apoio às forças de segurança, defesa civil e equipes de resgate.
  • Maduro pediu união nacional, serenidade e ações como proteção, compartilhamento e reconstrução, dizendo que a Venezuela já superou provações anteriores e sairá fortalecida com fé e disciplina.
  • O ex-ditador voltou a se apresentar como presidente constitucional da Venezuela, em meio a contexto de crise após o desastre natural.
  • No início de janeiro, os Estados Unidos realizaram operação em Caracas que resultou na captura de Maduro e de Cilia Flores para responder a acusações de narcoterrorismo; a próxima audiência em Nova York está marcada para 22 de julho.

O ex-ditador venezuelano Nicolás Maduro, preso nos Estados Unidos, pediu união máxima na Venezuela após dois terremotos de grande magnitude. Os tremores, de 7,5 e 7,2, ocorreram na quarta-feira e deixaram mortos, feridos e danos materiais ainda sendo contabilizados.

Maduro afirmou, por meio de redes sociais, que ele e sua esposa, Cilia Flores, elevam orações pelas famílias afetadas e pelos atingidos. O líder chavista pediu apoio às forças de segurança, à defesa civil e às equipes de resgate.

A mensagem reforçou a necessidade de solidariedade, serenidade e ações de ajuda, proteção, compartilhamento e reconstrução. Maduro se descreveu como presidente constitucional da Venezuela e pediu que ninguém fique sozinho em meio à crise.

Contexto recente e próximos passos

No início de janeiro, uma operação militar dos EUA em Caracas resultou na captura de Maduro e de Cilia Flores para responder a acusações de narcoterrorismo. A próxima audiência no caso tramita em Nova York e está marcada para 22 de julho.

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