- Terremotos de magnitude 7,5 atingiram a Venezuela na quarta-feira, 24, o mais forte desde 1900, segundo o USGS.
- O governo venezuelano, sob a liderança interina de Delcy Rodríguez, intensificou as buscas durante o dia e acionou operações de remoção de escombros.
- Estados Unidos mobilizam equipes de resgate e fornecem suprimentos médicos; Brasil expressa solidariedade e acompanha a situação, e China e França também oferecem apoio.
- A França enviará 85 socorristas; a China manifestou disponibilidade para ajudar conforme necessidade, sem registro de vítimas entre chineses.
- O governo anunciou a criação de um fundo de reconstrução de US$ 200 milhões para hospitais e casas danificadas, com participação de setores privados e assistência da ONU.
O terremoto que atingiu a Venezuela nesta quarta-feira, 24, foi classificado pelo USGS como de magnitude 7,5, o mais forte no país desde 1900. Em Caracas e nas regiões mais afetadas, o governo interino liderado por Delcy Rodríguez intensificou as operações de resgate, priorizando buscas durante o dia.
As ações internacionais se expandem, com equipes de busca dos Estados Unidos chegando ao país para atuar ao lado de equipes locais. Washington também enviou suprimentos médicos e ajuda humanitária. O governo americano destacou que atuará em coordenação com parceiros internacionais.
Reforços internacionais e apoio político
Em Brasília, o presidente Lula determinou o monitoramento da situação pelo Itamaraty e manifestou solidariedade ao povo venezuelano, oferecendo colaboração para recuperação e assistência. Pequim informou que está disponível para ajudar, sem registrar cidadãos chineses entre as vítimas até o momento.
Além da França, que enviou 85 socorristas para atuar na remoção de escombros, Macron sinalizou solidariedade e destacou cooperação com parceiros europeus. Também foram acionados o setor privado venezuelano e equipes de busca certificadas pela ONU para ampliar os trabalhos de resgate.
Fundo de reconstrução e desdobramentos
O governo venezuelano anunciou um fundo de reconstrução de US$ 200 milhões, destinado a hospitais e moradias danificadas, sob coordenação dos ministérios da Economia e das Finanças. As autoridades informaram que o uso do fundo dependerá das necessidades apontadas pelas equipes técnicas.
O abalo provocou desabamentos e interrupção de serviços em áreas urbanas, com grande mobilização das forças de emergência. Autoridades alertaram que o número de vítimas pode aumentar à medida que as operações de resgate avançam nas zonas mais impactadas.
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