- A Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter atacado alvos dos EUA na região do Golfo, em retaliação aos bombardeios americanos no país, conforme a televisão estatal.
- As Forças Armadas dos EUA haviam informado que bombardearam depósitos iranianos de mísseis e drones, além de radares costeiros, em resposta a um ataque iraniano contra um navio no Estreito de Ormuz.
- A Guarda Revolucionária disse, em postagem no Telegram, que se a agressão se repetir, a resposta será mais ampla do que esta.
- O ataque iraniano ocorreu após um navio de carga ter sido atacado no Estreito de Ormuz, o que levou aos bombardamentos norte-americanos.
- O Comando Central dos Estados Unidos afirmou que a agressão iraniana violou o cessar-fogo e justifica a resposta militar em defesa da navegação comercial.
Do Irã afirmar ter atingido alvos dos Estados Unidos na região do Golfo em retaliação aos bombardeios contra o país. A declaração foi veiculada pela televisão estatal iraniana nesta sexta-feira, 26, conforme o horário local, com confirmação posterior de autoridades iranianas.
Segundo a Guarda Revolucionária, as ações ocorreram em resposta aos recentes ataques norte-americanos. O órgão ressaltou que, se a agressão se repetir, a resposta iraniana poderá ser ainda mais ampla. A informação foi disseminada via TV estatal e canais oficiais.
O Pentágono informou que os EUA bombardearam depósitos de mísseis e drones iranianos, além de radares costeiros, em resposta a um ataque a um navio de carga no Estreito de Ormuz. O Governo americano descreveu as ações como parte de uma resposta a agressão iraniana.
Contexto do ataque no Estreito de Ormuz
O ataque iraniano a um navio de carga no Estreito de Ormuz foi citado como motivação dos bombardeios norte-americanos, segundo autoridades dos EUA. O incidente elevou tensões na região e influenciou a escalada militar entre os dois países.
Reação e desdobramentos diplomáticos
Autoridades iranianas não divulgaram detalhes operacionais sobre os alvos atingidos nem sobre danos ou vítimas. O anúncio reforça a continuidade de hostilidades entre Teerã e Washington, sem indicar eventual desescalada imediata.
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