- Médicos de Chile, Colômbia, El Salvador, Itália, México, Suíça e Estados Unidos chegaram à Venezuela para atender feridos.
- A Organização Mundial da Saúde solicitou o envio de médicos e cirurgiões para atender milhares de feridos.
- Sétima equipes já desembarcaram; 17 países partiram com planos de resgate.
- O Aeroporto Internacional de Caracas está fechado; aeronaves com ajuda internacional chegam a bases militares.
- A presidente interina Delcy Rodríguez disse que a ajuda é vital, e que a reconstrução será longa; a ONU estima prejuízos de até 6% do PIB.
A Organização Mundial da Saúde pediu o envio de médicos e cirurgiões para atender milhares de feridos na Venezuela. Diversos países já mobilizam equipes para apoiar o país em situação de crise.
Cirurgiões de Chile, Colômbia, El Salvador, Itália, México, Suíça e Estados Unidos já atuam no território venezuelano. Sete equipes desembarcaram, segundo informações oficiais, e o trabalho é coordenado para atender pacientes com ferimentos graves.
A comunidade internacional tem feito chegar ajuda, inclusive por meio de uma empresa de segurança que, segundo a reportagem, apoiaria setores da oposição. A mobilização internacional é tratada como parte de um esforço humanitário.
Logística, impactos e contexto regional
A comunidade venezuelana na Florida também participou da mobilização de apoio. A ONU estima prejuízos de até 6% do PIB do país, o que reforça a complexidade logística da operação.
O Aeroporto Internacional de Caracas está fechado, e aeronaves com assistência internacional chegam a bases militares para descarregar equipamentos. O departamento estatal coordena a distribuição de água potável e já atendeu mais de duas mil pessoas.
Quem sobrevive às situações de violência atua também nas buscas. A presidente interina Delcy Rodríguez afirmou que a ajuda é essencial, mas que a reconstrução do país demandará tempo.
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