- Membros da missão humanitária do Brasil chegaram na madrugada de sábado (27) ao Aeroporto Internacional Simón Bolívar, em La Guaira, Venezuela.
- A força-tarefa reúne Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, médicos da Polícia Militar e equipes com cães farejadores especializados em busca e salvamento.
- A aeronave pousou por volta de 00h20 (horário de Brasília), sem intercorrências, e a equipe iniciou os procedimentos de imigração e retirada dos equipamentos.
- O plano é definir, em conjunto com autoridades venezuelanas, onde ficará a frente de atuação e como serão as ações de busca por sobreviventes e atendimento humanitário.
- A missão busca reforçar as operações locais nas regiões mais atingidas pelos terremotos, contribuindo com resgate, acolhimento e assistência às vítimas.
A missão humanitária do Brasil, formada por bombeiros, médicos e equipes com cães farejadores, desembarcou na madrugada deste sábado (27) no Aeroporto Internacional Simón Bolívar, em La Guaira, na Venezuela. O grupo, enviado para auxiliar as vítimas dos terremotos que atingiram o país, chegou sem intercorrências e iniciou a retirada dos equipamentos para as operações.
Segundo a Defesa Civil, a aeronave pousou por volta de 00h20 (horário de Brasília). Em seguida, os integrantes passaram pelo controle de imigração e iniciaram a montagem dos materiais que serão utilizados nas ações de busca e salvamento. A missão integra profissionais da Defesa Civil, do Corpo de Bombeiros, médicos da Polícia Militar e equipes com cães farejadores.
Composição e próximos passos da operação
O capitão César Tadeu, representante da Defesa Civil de São Paulo na missão, informou que as etapas seguintes serão definidas em parceria com as autoridades venezuelanas. O objetivo é reforçar as ações de busca por sobreviventes, resgate de vítimas e atendimento humanitário às populações atingidas pelos tremores. Além disso, a equipe deve colaborar no acolhimento das pessoas afetadas pelo desastre.
A presença brasileira busca ampliar a capacidade de resposta nas regiões mais atingidas, conforme anunciam autoridades locais. A expectativa é de que o grupo integre as operações já em curso, fortalecendo equipes locais com suporte técnico, médico e de resgate.
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