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Rússia e Ucrânia trocam mais 320 prisioneiros de guerra

Rússia e Ucrânia trocam 320 prisioneiros; 160 russos e 160 ucranianos retornam aos respectivos países, com assistência médica, enquanto as negociações de paz seguem estagnadas

Imagem colorida mostra prisioneiros ucranianos - Metrópoles
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  • Rússia e Ucrânia realizaram nova troca de prisioneiros, totalizando 320 militares devolvidos aos seus países.
  • Ao todo, 160 militares russos foram libertados e enviados para Belarus, onde receberão apoio médico e psicológico antes de retornar à Rússia.
  • A Ucrânia recebeu 160 soldados de volta; Zelensky informou que a maioria eram prisioneiros de guerra capturados em 2022 nas regiões de Mariupol, Zaporizhzhia, Kiev e Sumy.
  • Segundo o presidente ucraniano, mais de 9,5 mil prisioneiros de guerra já retornaram ao país desde o início do conflito.
  • Em maio, Kiev e Moscou concordaram em libertar, de forma gradual, mil prisioneiros de cada lado; atualmente as negociações para um acordo de paz estão estagnadas.

Rússia e Ucrânia confirmaram a troca de 320 militares prisioneiros de guerra, com 160 de cada lado retornando aos seus países. A operação foi anunciada pelo Ministério da Defesa russo nesta sexta-feira, 26 de junho.

Os 160 russos libertados foram enviados a Belarus, onde receberão assistência médica e psicológica antes de retornarem ao território russo. Na mesma troca, 160 ucranianos voltaram ao país, dentre eles vários prisioneiros capturados em 2022 em Mariupol, Zaporizhzhia, Kiev e Sumy.

Detalhes da operação

Segundo autoridades russas, o acordo faz parte de um esforço maior de intercâmbio, com Kiev e Moscou já tocando o tema ao longo de 2024. Até agora, mais de 9,5 mil prisioneiros de guerra haviam sido devolvidos à Ucrânia desde o início do conflito, de acordo com o presidente Volodymyr Zelensky.

Contexto e desdobramentos

As negociações para um possível acordo de paz permanecem estagnadas, especialmente após a participação dos Estados Unidos no conflito com o Irã, o que complicou o posicionamento de ambas as partes. O anúncio desta sexta não inclui novos compromissos de cessar-fogo.

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