- Um cidadão argentino com mandado de prisão internacional foi preso durante fiscalização da Polícia Rodoviária Federal na BR-226, em Barra do Corda, no sul do Maranhão, na tarde de 25 de junho.
- A operação envolveu equipes da Polícia Rodoviária Federal, da Polícia Civil do Maranhão e da Polícia Militar.
- O suspeito, identificado pelas iniciais G.R.E., tinha difusão vermelha da Interpol e mandado de prisão preventiva expedido pelo Supremo Tribunal Federal para extradição.
- Outro homem, com iniciais F.J.B.P., é suspeito de ter participado da logística de deslocamento do estrangeiro e de ter ficado com dois aparelhos celulares dele após uma abordagem anterior.
- As investigações apontam possível ligação do motorista com organização criminosa interestadual e transnacional; ele já havia sido preso em 2017 pela Senarc, e ambos permanecem custodiados à disposição da Justiça enquanto as apurações seguem.
Durante fiscalização na BR-226, em Barra do Corda (MA), um cidadão argentino com mandado de prisão internacional foi preso na tarde de 25 de junho. Ele era alvo de difusão vermelha da Interpol e aguardava extradição, conforme STF.
A operação envolveu a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a Polícia Civil do Maranhão e a Polícia Militar. Outro homem foi detido por suspeita de apoiar o estrangeiro durante o período no Brasil.
A ação começou por volta das 15h, no km 340 da rodovia. A prisão ocorreu após verificação de documentos e da ordem judicial, com o condenado encaminhado à Delegacia Regional de Barra do Corda.
Apoio logístico e investigação
O motorista do veículo, identificado pelas iniciais F.J.B.P., é suspeito de ter participado da logística de deslocamento do argentino até o Maranhão. Segundo a Polícia Civil, ele viajou de São Luís a Foz do Iguaçu para buscar o estrangeiro.
Policiais localizaram, horas depois, por volta das 20h17, no município de Santo Antônio dos Lopes, dois celulares atribuídos ao argentino. O suspeito foi levado à Delegacia Regional de Barra do Corda e permanece à disposição da Justiça.
A apuração aponta possível ligação do motorista com uma organização criminosa de atuação interestadual e transnacional. Um dos investigados já havia sido preso em 2017, em operação da Senarc. As investigações prosseguem para esclarecer a participação de cada um e identificar novos membros.
Os detidos permanecem custodiados e à disposição da Justiça, enquanto as autoridades competentes conduzem os procedimentos de extradição e as diligências complementares.
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