- A Estônia revelou uma nova linha de fortificações na fronteira com a Rússia, incluindo trincheiras, bunkers e barreiras antitanque do tipo “dentes de dragão”.
- As defesas se estendem por florestas e campos ao longo da fronteira para evitar ou retardar um ataque russo.
- O tenente-coronel Ainar Afanasjev, das Forças de Defesa, disse que já foi concluída a parte do trabalho que demanda mais tempo e que a paz depende da preparação para a guerra.
- A estratégia prevê manter postos fortificados de nível de companhia na região nordeste e na região sudeste, para mostrar à população o que está sendo feito e por quê.
- Imagens obtidas pela Reuters mostram trincheiras, bunkers entre as árvores e sacos de areia; na quinta-feira, o primeiro-ministro da Polônia, Donald Tusk, afirmou que a situação de segurança no flanco oriental da OTAN é instável e pode piorar.
A Estônia revelou uma nova linha de fortificações na fronteira com a Rússia, incluindo trincheiras, bunkers e barreiras antitanque do tipo dentes de dragão. As defesas visam evitar ou retardar um possível ataque das forças russas.
As estruturas se estendem por florestas e campos ao longo do limite norte e leste do país, com o objetivo de dificultar ações ofensivas e ganhar tempo para resposta militar.
Segundo o tenente-coronel Ainar Afanasjev, das Forças de Defesa da Estônia, a parte que exige mais tempo já foi concluída. O planejamento prevê postos fortificados de nível de companhia na região nordeste e na sudeste, para demonstrar à população o que está em curso e o porquê das ações.
Imagens obtidas pela Reuters mostram trincheiras e fortificações ao longo da fronteira, com bunkers entre árvores, reforçados por troncos e sacos de areia.
Contexto regional
Na quinta-feira, 25, o primeiro-ministro da Polônia, Donald Tusk, afirmou que a situação de segurança no flanco oriental da OTAN é instável e que os riscos podem aumentar em breve.
Entre na conversa da comunidade