- A Força Aérea Brasileira chegou à Venezuela com uma missão humanitária, na Base Militar da Força Aérea Venezuelana El Libertador, em Maracay.
- A aeronave KC-390 Millennium, do Primeiro Grupo de Transporte de Tropa (1º GTT) — Esquadrão Zeus — levou médicos, cães farejadores e equipamentos para apoiar o resgate após os terremotos da última semana.
- A mobilização foi coordenada pela Agência Brasileira de Cooperação do Ministério das Relações Exteriores, envolvendo Sedec/MIDR, bombeiros de Minas Gerais, São Paulo e Paraná e especialistas da Anatel.
- A missão deve ficar quinze dias na Venezuela, com possibilidade de prorrogação por mais quinze; a prioridade é a busca e o resgate.
- O balanço inicial aponta dois tremores de magnitude 7,2 e 7,5, com 235 mortes e 4.300 feridos; ministro da Defesa deve ir à Venezuela na próxima semana e, no sábado, parte outro avião com médicos e hospital de campanha.
A Força Aérea Brasileira (FAB) enviou uma missão humanitária à Venezuela para apoiar as operações de resgate após os terremotos da última semana. A chegada ocorreu na Base Militar da Força Aérea Venezuelana El Libertador, em Maracay, e envolve médicos, cães farejadores e equipamentos especializados. A mobilização foi coordenada pela Agência Brasileira de Cooperação do Ministério das Relações Exteriores (ABC/MRE).
O navio aéreo KC-390 Millennium, do Primeiro Grupo de Transporte de Tropas (1º GTT) – Esquadrão Zeus, transportou a equipe de busca e resgate urbano, além de cães farejadores. Participam profissionais da Sedec/MIDR, bombeiros de Minas Gerais, São Paulo e Paraná, e especialistas da Anatel.
Contexto dos terremotos
Dois tremores, de magnitudes 7,2 e 7,5, atingiram a região na noite de quarta-feira, com intervalo de menos de um minuto. Até o momento, confirma-se 235 mortes e cerca de 4.300 feridos. Delegações internacionais já presentes incluem México, Chile, El Salvador, Estados Unidos, Catar, Espanha e membros da ONU, segundo autoridades venezuelanas.
Próximos passos
A missão deve permanecer na Venezuela por 15 dias, com possibilidade de prorrogação por mais 15 dias. A prioridade é o trabalho de busca e resgate, em meio a uma corrida contra o tempo. O ministro da Defesa brasileiro, José Múcio, planeja visitar a Venezuela na semana seguinte para coordenar a ajuda.
Próximas ações e mobilização local
Na próxima semana, outro avião partirá com médicos e um hospital de campanha. A mobilização da sociedade civil também segue, com doações de brasileiros e venezuelanos residentes em Roraima.
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