- Vanessa Zacarias da Silva, brasileira de 44 anos do Distrito Federal, estaria em La Guaira, cidade costeira da Venezuela, no momento dos terremotos.
- O Itamaraty confirmou a morte de um brasileiro e de uma brasileira, mas não divulgou as identidades; não confirmou oficialmente que Vanessa está entre as vítimas.
- O Ministério das Relações Exteriores acompanha a situação e presta assistência consular às famílias.
- O balanço aponta 920 mortos, 3.360 feridos, 172 desaparecidos sob os escombros e mais de 4.000 desalojados.
- O Brasil enviou um avião com 44 integrantes e 12 toneladas de equipamentos; um segundo voo reforçará a operação, levando 48 militares, 100 purificadores de água movidos a energia solar e uma Unidade Avançada de Trauma, com doação à Defesa Civil da Venezuela, autorizado pelo presidente Lula.
A morte de Vanessa Zacarias da Silva, 44 anos, é alvo de confirmação ainda não oficial pelo Itamaraty. Seu irmão, Thiago Nogueira, informou que a brasileira morava há dois meses em La Guaira, cidade costeira atingida pelos tremores na Venezuela. A família aguarda confirmação formal.
Segundo o Itamaraty, houve confirmação da morte de um brasileiro e de uma brasileira, mas as identidades não foram divulgadas. O Itamaraty acompanha o caso e presta assistência consular às famílias das vítimas.
Até o momento, o balanço oficial aponta 920 mortos, 3.360 feridos, 172 desaparecidos sob escombros e mais de 4.000 desalojados no país. O governo brasileiro enviou apoio humanitário para auxiliar as vítimas venezuelanas.
Ajuda humanitária brasileira
Um avião com 44 integrantes e 12 toneladas de equipamentos foi enviado para a região afetada, para apoiar as operações de busca e socorro. A segunda aeronave deve partir na manhã deste sábado (27.jun) para reforçar a atuação.
A nova missão transportará uma Unidade Avançada de Trauma do Hospital de Campanha da Marinha, além de militares responsáveis pela operação e purificadores de água. O material será doado à Defesa Civil da Venezuela.
Detalhes da operação e contexto
A ação faz parte de um esforço internacional de ajuda humanitária, autorizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a pedido do governo venezuelano. No total, a operação inclui 48 militares da Marinha e 100 purificadores de água movidos a energia solar, com capacidade de 5 mil litros por dia cada.
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