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Criança de 11 anos é resgatada em escombros após terremoto na Venezuela

Menino de 11 anos é resgatado com vida em Caraballeda, três dias após terremotos na Venezuela, com mais de 1,4 mil mortos registrados

Informação foi confirmada pela presidente interina, Delcy Rodríguez.
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  • Criança de 11 anos foi resgatada com vida em Caraballeda, no estado de La Guaira, minutos antes da madrugada deste domingo.
  • Resgate ocorre três dias após o sismo, com magnitudes de 7,2 e 7,5 na escala de Richter, que causaram grande destruição.
  • O governo de João Delcy Rodríguez confirmou o feito pela rede social X (antiga Twitter).
  • O tremor deixou 1.430 mortos, 3.238 feridos e dezenas de milhares de desaparecidos.
  • Em La Guaira, a região permanece entre os locais mais afetados; usuários criticam a atuação governamental na resposta à tragédia.

Uma criança de 11 anos foi resgatada com vida entre escombros na madrugada deste domingo, na Venezuela. O anúncio foi feito pela presidente interina Delcy Rodríguez. O resgate acontece três dias após terremotos que deixaram ao menos 1.430 mortos, 3.238 feridos e dezenas de milhares de desaparecidos.

A criança foi localizada em Caraballeda, cidade do estado de La Guaira, vizinho de Caracas. A dirigente venezuelana destacou que cada vida retomada é esperança em meio à tragédia. Não houve detalhamento sobre o tempo exato de resgate nem sobre o estado de saúde da criança.

Situação humanitária e resposta das autoridades

No dia 24, dois terremotos atingiram o país com magnitudes de 7,2 e 7,5 na escala Richter, causando danos significativos. La Guaira foi um dos municípios mais afetados, com estruturas danificadas e serviços públicos comprometidos. Equipes de resgate permanecem mobilizadas em várias áreas afetadas.

Até o momento, o balanço oficial aponta 1.430 mortos, 3.238 feridos e milhares de pessoas continuam desaparecidas. A gestão da crise tem sido objeto de críticas em redes sociais, com relatos sobre atrasos na assistência e na organização de respostas emergenciais. As autoridades não detalharam números atualizados de desalojados ou de recursos disponíveis.

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