- O presidente do Parlamento libanês, Nabih Berri, aliado do Hezbollah, afirmou que o acordo trilateral entre Líbano, Israel e Estados Unidos não será aprovado.
- Berri disse que o texto não garante os direitos do Líbano e é visto como uma imposição, não como um acordo que proteja seus interesses.
- O acordo propõe um caminho de paz condicionando a retirada israelense ao desarmamento do Hezbollah.
- O Hezbollah afirmou manter o direito à autodefesa após ataques israelenses ao sul do Líbano, mesmo com a trégua e o acordo tripartite.
- O grupo afirmou que as ações de Israel violam o cessar-fogo e que continuará monitorando as violações, defendendo sua pátria e seu povo.
O presidente do Parlamento do Líbano, Nabih Berri, aliado do Hezbollah, afirmou na manhã desta segunda-feira, 29, conforme o fuso horário local, que o acordo trilateral entre Líbano, Israel e Estados Unidos não será aprovado, pois não garante os direitos do país. Em comunicado divulgado pelo movimento Amal, Berri disse que o texto é uma imposição e não preserva os interesses libaneses.
O acordo em discussão apresenta uma possível rota de paz entre o Líbano e Israel, condicionando a retirada israelense ao desarmamento do Hezbollah. A negociação está no centro de tensões regionais e envolve potências externas na mediação.
Autodefesa
O Hezbollah reiterou que preserva o direito à autodefesa frente a ataques israelenses no sul do Líbano, mesmo com a existência de uma trégua e de um acordo tripartite para encerrar hostilidades. Em comunicado, o grupo afirmou monitorar violações do cessar-fogo por parte de Israel e ressaltou sua prerrogativa de defender a pátria e o povo libanês.
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