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Trump diz que Irã deixaria de existir se EUA intensificarem ataques

Trump afirma que o Irã deixará de existir se os EUA ampliarem ataques; EUA alegam violação do cessar-fogo e atacaram depósitos de mísseis e drones iranianos

O presidente dos EUA, Donald Trump, durante evento na Pensilvânia, em 23 de junho
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  • Trump afirmou, em publicação na Truth Social, que o Irã “deixará de existir” se os EUA voltarem a atacar, alegando que os iranianos violaram o cessar-fogo.
  • O presidente dos EUA disse que as Forças Armadas atacaram depósitos iranianos de mísseis e drones.
  • EUA e Irã voltaram a trocar acusações de violação do cessar-fogo e a realizar ataques desde a assinatura de um memorando de entendimento, em 17 de junho, para encerrar o conflito.
  • A declaração ocorreu no contexto de tensões recentes entre os dois países no Oriente Médio.
  • Este foi o primeiro rompimento significativo do acordo desde a assinatura do memorando de entendimento.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou via Truth Social, neste sábado, que o Irã deixaria de existir caso os EUA voltem a atacar o país, alegando que o Irã violou o cessar-fogo. A declaração foi publicada no fim de semana.

Trump disse que é muito provável que os iranianos não aprendam a lição e citou a possibilidade de usar a força para concluir a missão iniciada pelos EUA. Segundo ele, essa linha de atuação seria determinada pela necessidade de responder a agressões.

O líder americano informou ainda que as Forças Armadas teriam atacado depósitos iranianos de mísseis e drones, sem detalhar localizações ou datas específicas dos ataques.

Ameaça e retaliação voltaram a subir após o rompimento do cessar-fogo, com troca de acusações entre Washington e Teerã. O movimento ocorre pela primeira vez desde a assinatura do memorando de entendimento, em 17 de junho, que buscava encerrar o conflito no Oriente Médio.

Desdobramentos recentes

  • O anúncio de Trump coincide com nova rodada de ataques entre as partes, segundo relatos não oficiais.
  • Fontes oficiais não confirmaram detalhes sobre alvos ou danos resultantes dos ataques.
  • Analistas apontam que a comunicação entre os governos permanece tensa, sem sinais de retorno imediato ao cessar-fogo.

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