- Buscas por sobreviventes seguem no quinto dia após os tremores que atingiram a Venezuela.
- Pelo menos 1.450 mortos, milhares de feridos e mais de 12 mil deslocados, segundo o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez.
- Terremotos de magnitude 7,2 e, menos de um minuto depois, 7,5 ocorreram a cerca de 160 quilômetros a oeste de Caracas.
- O Serviço Geológico dos Estados Unidos chegou a prever até 10 mil mortos; site não oficial registra mais de 46 mil nomes de desaparecidos.
- Equipes continuam na chamada “janela de ouro” de até 72 horas pós-terremoto, prazo considerado crucial para resgatar pessoas sob os escombros.
A busca por sobreviventes na Venezuela chegou ao quinto dia, após terremotos que atingiram o país na semana passada. Milhares ficaram desabrigados e o número de mortes passou de 1.400, conforme informações oficiais. O país continua mobilizando equipes de resgate em várias regiões.
Segundo Jorge Rodríguez, presidente da Assembleia Nacional, o balanço aponta mais de 12 mil deslocados. Ele informou os números em público neste domingo, destacando o impacto humanitário e o esforço das autoridades para atender as famílias afetadas.
O tremor inicial teve magnitude 7,2 e ocorreu a cerca de 160 km a oeste de Caracas, na tarde de quarta-feira. Menos de um minuto depois, houve um segundo tremor, com magnitude 7,5, conforme dados do USGS.
Desdobramentos e resposta de resgate
As equipes de resgate continuam buscando pessoas presas sob os escombros, em especial durante a chamada janela de ouro, de até 72 horas após o evento. A eficácia dessas operações depende da localização de vítimas e das condições de estrutura e água.
O USGS indicou que o total de mortes poderia chegar a 10 mil, em cenários pessimistas. O governo venezuelano acompanha as informações oficiais, enquanto órgãos internacionais avaliam o apoio logístico e humanitário.
Um site não oficial listing de relatos de pessoas não localizadas já registrava milhares de nomes, com dezenas de milhares de entries na manhã desta segunda-feira. As fontes oficiais destacam que muitos desaparecidos ainda não tiveram confirmação.
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